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Possibilidades de negócios na comunicação visual e soft signage

“Oportunidades desafiadoras” talvez seja uma boa definição esse momento que passamos que vai provocar o desenvolvimento de soluções. Não é fácil e nem tranquila, mas está colocando nossa criatividade em superar obstáculos para trabalhar

Yeda Monteiro 
Show Manager |  FuturePrint

“Oportunidades desafiadoras” talvez seja uma boa definição esse momento que passamos que vai provocar o desenvolvimento de soluções. Não é fácil e nem tranquila, mas está colocando nossa criatividade em superar obstáculos para trabalhar – e muito. Um das respostas que trabalhamos para encontrar atualmente é como “falar” com todo mundo? Como impactar nosso público? O que oferecer para esses públicos relativamente distintos? Aqui nos cabe lembrar algo muito importante: para cada cliente uma ação específica. Você sabe as necessidade dos seu cliente? Tem os produtos em estoque caso ele precise?

Gostemos ou não, as soluções adotadas por supermercados, farmácias e hospitais desde o primeiro dia do isolamento, como sinalização de piso para distanciamento, totens com dispenser de álcool em gel, proteção em acrílico para atendentes já foram adotadas por diversos outros tipos de estabelecimentos. Essas soluções se tornaram regra e serão muito procuradas. Por causa da pandemia de covid-19, houve uma explosão no uso de adesivos de piso que transmitem mensagens de distanciamento social para funcionários, visitantes e clientes de estabelecimentos comerciais e de saúde.

E esses sistemas de sinalização vão ganhar cada vez mais força. Além da sinalização, avisos simples e antes considerados triviais ou mesmo óbvios sobre horários de funcionamento de praças de alimentação e de lojas em shoppings são uma oportunidade para quem atua com comunicação visual, por exemplo.

A Disney abriu seus parques na Flórida, Estados Unidos, na semana passada. E para lembrar seus visitantes sobre as regras de segurança usou seus personagens do filme “Os Incríveis”. Imagens da Mulher-Elástica, mãe da família protagonista da animação alerta sobre os dois metros de distância entre cada pessoa, o personagem Gelado lembra sobre a importância em conferirmos nossa temperatura corporal, enquanto Edna Moda – “criadora” dos uniformes dos super-heróis, reforça que máscaras são mais do que um item de moda.

Na cidade de São Paulo (SP), a linha ViaMobilidade, concessionária responsável pela operação e manutenção da Linha 5- Lilás do metrô, em parceria com a japonesa Sanrio, usa a personagem Hello Kitty para dicas – nas estações e vagões - de prevenção, saúde e bem-estar para os passageiros. Assim, o licenciamento de personagens é uma solução que agrega valor ao que entregamos aos clientes.

Precisamos lembrar que não vendemos “somente” comunicação visual, mas soluções para as necessidades dos nossos clientes.

  • Quais das suas peças que têm mais saída?
  • Se necessário, há estoque delas?
  • Não? Mas é possível produzi-las rapidamente para atender a necessidade do seu cliente?

Existem alguns produtos que já podem ficar de stand-by no seu birô e que são fáceis de vender: placas do tamanho de um papel A4 ou A3 que substituem peças amadoras como papeis fixados com fita adesiva em paredes. Ou kits de comunicação visual que incluem adesivos de piso, para lavabo, cartazes, displays e wobblers (uma peça redonda com circunferência de 200 milímetros presa na ponta de uma fita transparente – o que dá a sensação da peça estar flutuando – que pode ser fixada em uma superfície como prateleiras ou espelhos). Kits de avisos sobre quantidade de clientes permitidos naquele estabelecimento específico, sobre horários de funcionamento, sinalização de ambientes, da importância no uso de máscaras, lavagem e secagem correta das mãos, adesivos de distanciamento etc.

  • Adesivos que dispensam laminação;
  • Produtos com boa aderência a superfícies ásperas de solos de concreto, tijolo e asfalto.

Pesquisa da Digital Signage Today, mais da metade dos restaurantes entrevistados pretendem aumentar a utilização de signage (uma opção aqui além da decoração é a de cardápios acima dos caixas ou para autoatendimento), 40% de lojas e 63% dos bancos participantes do estudo vão usar signage.

Consultórios médicos e odontológicos, laboratórios clínicos também são um local propícioTrês parágrafos a para comunicação visual e o signage: estudos indicam que a mídia diminui a percepção de espera em salas de espera. Além disso, já pensou em desenvolver soluções para os drive-thrus instalados em supermercados e shopping centers para retirada de compras?

Por falar em shopping centers, na cidade de São Paulo, alguns desses estabelecimentos reabriram seus cinemas de uma maneira diferente: inspirados nos antigos drive-ins, em que o público assiste de dentro de seus carros (o que dispensa o afastamento entre poltronas) ao filme projetado em uma tela instalada em parte do estacionamento. Aqui é possível desenvolver a comunicação dos cartazes anunciando a novidade, posters dos filmes, menu de comidinhas de cinema e pacotes personalizados.

Softsignage

A demanda por softsignage foi uma das mudanças mais significativas no mercado. E essa procura só aumenta! Estabelecimentos como shoppings e aeroportos procuram por essa mídia, pois podem colocar até cinco anunciantes em um mesmo sistema rotativo. E com a reabertura dos estabelecimentos comerciais de rua, haverá a necessidade de se destacar da concorrência, uma solução a ser oferecida aos seus clientes são os wind banners produzidos com softsignage! Como está seu estoque de tecidos caso você seja procurado?

Para quem acredita que criatividade e adaptabilidade são desafios novos para o segmento de comunicação visual, em 2006 entrou em vigor na cidade de São Paulo (SP) a lei que proibia outdoors nas ruas e no ano seguinte houve o complemente conhecido como “Lei Cidade Limpa”. Foi necessário nos reinventarmos. Atualmente passamos por esse processo, mas por motivos diferentes. Fomos criativos e nos adaptamos anos atrás. Hoje estamos mais fortes e mais criativos e chegaremos mais longe.

Para quem acredita que criatividade e adaptabilidade são desafios novos para o segmento de comunicação visual, em 2006 entrou em vigor na cidade de São Paulo (SP) a lei que proibia outdoors nas ruas e no ano seguinte houve o complemente conhecido como “Lei Cidade Limpa”. Foi necessário nos reinventarmos. Atualmente passamos por esse processo, mas por motivos diferentes. Fomos criativos e nos adaptamos anos atrás. Hoje estamos mais fortes e mais criativos e chegaremos mais longe.

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