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Mais importante do que saber o que fazer é saber o que NÃO fazer

É muito comum, nos dias de hoje, a gente se deparar com pessoas atoladas em serviços e que estão sempre correndo de um lado para o outro expressando não terem tempo para fazerem mais nada.

Ainda sim a agenda dessas pessoas não para de receber novas tarefas a serem executadas, aumentando a lista do que deve ser feito dia após dia. Uma realidade maçante como essa só pode gerar um resultado óbvio que é o aumento da carga de estresse e a baixa produtividade.

No meio deste turbilhão de afazeres e obrigações, dificilmente conseguimos parar para refletir como está a nossa vida e para onde estamos rumando. Por isso digo que mais importante do que saber o que fazer é saber o que não fazer.

A minha defesa é simples, quando começamos um projeto de vida costumamos saber o que queremos como resultado, mas nem sempre o “como” iremos chegar até esse objetivo final. Por falta desse conhecimento prévio, à medida que surgem novas tarefas em nossas vidas pessoais e profissionais, o que acabamos fazendo? Colocamos tudo na lista de “tarefas a serem executadas”, na esperança de atingir o objetivo traçado, muitas vezes sem parar para questionar se aquilo cabe em nossa realidade ou não.

O ditado que diz “uma oportunidade só aparece uma vez” pode até ser verdade, mas não deve ser premissa para sair dizendo SIM para tudo que chega até você. Se a oportunidade não cabe na sua realidade, então não é importante para você mesmo que ela só apareça uma vez.

Uma empresa de consultoria dos EUA desenvolveu um estudo acerca das empresas mais bem-sucedidas de toda história e chegaram na conclusão que todas elas adotaram a filosofia da rotina disciplinada com base em um conceito de execução específico.

Independente de qual setor ou nível do funcionário, ele sempre será instruído a trabalhar com a disciplina de separar o seu dia em duas listas: “o que devo fazer” e “o que não devo fazer”. Mas Pedro, como essas pessoas sabem o que devem e o que não devem fazer? As empresas devem compartilhar a seus objetivos, com base em três pontos cruciais:

- O que motiva a empresa existir.

- O que move seu motor econômico.

- Atividade na qual ela pode ser a melhor do seu mercado.

Sempre incentivando os colaboradores a serem criativos e inovadores, baseados em um projeto pré-estabelecido.

Essa premissa vale tanto para empresas quanto para a sua vida, uma vez que o desenvolvimento de um negócio é muito parecido com a de uma vida. Eu te desafio praticar esse conhecimento na sua vida e comprovar a partir da experimentação de que funciona muito bem.

Tenho a segurança em afirmar que, à medida que você começar avaliar a sua vida e separar os seus afazeres nas duas listas propostas sempre levando em consideração o seu projeto de vida, tudo começará a fluir mais gerando melhores resultados e você ainda terá mais tempo de qualidade para si mesmo.

Quanto melhor for o seu resultado, maior será a sua evolução e construção da realidade desejada. Quanto mais tempo de qualidade tiver, mais você poderá se capacitar, estabelecendo uma vida mais saudável assim como a relação com seus familiares.

Nada mal ter uma vida assim você não acha? Então, está esperando o que?! Comece a praticar hoje mesmo este conceito que você acabou de aprender!

 

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