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Fidelize seu cliente o ensinando a comprar corretamente

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Sua empresa de estamparia, impressão digital e comunicação visual pode ser um grande nome no mercado local, um pequeno negócio familiar ou, mesmo, um empreendimento em fase inicial de suas operações. Independentemente do tamanho e da maturidade organizacional de sua empresa, é preciso se destacar dos demais serviços semelhantes e lutar contra a saturação de seu mercado e a hipercompetição. E, para isso, é preciso que você fidelize seu cliente.

O trabalho e o investimento na retenção do cliente, inicialmente, podem parecer algo amplo e intangível. Mas saiba que há formas para que você fidelize seu cliente e consiga torná-lo um aliado do sucesso de seu negócio - e muitas delas passam por ajudar a comprar certo. 

A fidelização de um cliente, no seu mercado, não se baseia apenas no melhor produto ou serviço. Para que ele tenha sucesso com determinada campanha ou projeto, você precisa guiá-lo a fazer a compra ideal para sua necessidade. Isso envolve organização, clareza nas informações, entre outras coisas.

No artigo de hoje, abordaremos mais sobre esse caminho. Fidelize seu cliente na compra correta aplicando as dicas a seguir.

O que é fidelizar clientes?

"De modo objetivo, fidelizar clientes representa o processo e os esforços da empresa na retenção da base dos clientes atuais já conquistados", resume Gerson Tavares, consultor em administração de empresas e empreendedorismo.

Assim, a ideia por traz da fidelização é garantir que os clientes com os quais você já tem contratos e faz negócios não procurem a concorrência e permaneçam satisfeitos com sua empresa. 

"Quando a marca fideliza seus clientes, ela conquista também outras vantagens, como a indicação espontânea do negócio por quem já é fidelizado, e isso, além, de aumentar sua base, reduz o Custo de Aquisição de Clientes (CAC). A fidelização também é importante para estratégias de upsell, quando você oferece ao cliente um produto superior de seu portfólio", destaca Tavares.

Para que você fidelize seu cliente, apresentamos outro incentivo: você sabia que elevando sua taxa de fidelização em 5%, é possível aumentar seu faturamento de 25 a 95%? Entre outras coisas, esse resultado é possível por meio do incremento no valor de ticket médio obtido nas estratégias comerciais feitas com os clientes já retidos.

Fidelize seu cliente pela venda consultiva

Para que você fidelize seu cliente, é importante saber que o processo de retenção está diretamente ligado à continuidade. Um atendente pode resolver um problema pontual e satisfazer o cliente, mas isso não basta. Fidelizar o cliente exige que você tenha uma estratégia que crie um vínculo com a marca de sua empresa. E a venda consultiva é uma parte importante desse caminho.

Na venda consultiva, sua empresa utiliza informações dadas pelo cliente e colhidas no mercado para que sua empresa consiga, realmente, resolver as dores e os problemas de seu público. Isso pode ser alcançado monitorando os processos de busca por informação e compra do cliente. Assim, é possível estabelecer métricas claras que auxiliem sua equipe de vendas a oferecer, também, um bom serviço de consultoria.

Ainda, não custa lembrar que ouvir com atenção as necessidades de seu cliente para, então, formular uma proposta adequada para suas necessidades é essencial para fidelizá-lo e mantê-lo satisfeito.

A venda consultiva exige, também, um bom funil de vendas. Pesquisar sobre o cliente ideal da sua empresa e perfis compradores influencia fortemente todo o processo de fidelização. 

A melhor compra é a compra informada

Não é obrigação do cliente estar informado sobre as últimas tendências do mercado. Esse é um dever da sua empresa. Técnicas, tintas especiais, materiais: tudo isso deve ser informado de modo claro e bem direcionado na hora do atendimento. E, para que essa informação seja bem aplicada, é preciso saber responder:

  • Quem é o seu cliente e qual seu perfil de compra?
  • O que ele deseja e qual produto ou serviço resolve essas exigências?
  • Qual é o canal de preferência desse cliente para abordagem?
  • Quando seu cliente necessita de seu serviço?
  • Que tipo de informação pode ajudá-lo em seu processo decisório?

Sabendo agregar informação técnicas, de mercado e do seu cliente, você consegue antecipar o processo de venda. A compra certa depende de uma fidelização que, por sua vez, depende de uma série de fatores. Uma agência de publicidade, por exemplo, pode priorizar o prazo de uma demanda urgente de última hora. Já uma instalação artística terá mais atenção à qualidade do projeto.

O importante, nesse processo, é não ter medo de informar. Com um foco direcionado, sua empresa elimina as redundâncias para que você fidelize seu cliente e o mantenha satisfeito. Dessa forma, sobra tempo para investir em uma abordagem personalizada e uma experiência única.

Comprar corretamente é uma experiência ganha-ganha

À medida que você fideliza clientes, sua empresa ganha moeda de troca para seus melhores perfis. Ações como planos de fidelidade, descontos e prioridades no processo, além de fidelizar clientes, pode fazer com que eles promovam seu negócio. Assim, cria-se um sistema que gera engajamento de seu cliente, ao mesmo tempo em que o mercado reconhece seu diferencial - e tudo isso sem gerar para seu negócio custos adicionais de captação ou de divulgação. Por isso, essa é uma experiência ganha-ganha, na qual ambas as partes obtêm benefícios e resultados.

Uma compra direcionada é amplificada, também, pela flexibilidade de sua empresa. Oferecer uma forma de pagamento exclusiva, por exemplo, pode fazer com que a experiência positiva do seu cliente seja reforçada. Assim, além de oferecer o serviço ideal, sua empresa fideliza o cliente para negócios futuros.

Agora, fidelize seu cliente e tenha melhores resultados em sua empresa. Para saber mais sobre o tema, confira também o nosso artigo com dicas para fidelizar clientes e ampliar os negócios.

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Supere os desafios da sustentabilidade na indústria de impressão com essas dicas

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Cada vez mais a indústria de impressão tem percebido a importância de adotar novas práticas sustentáveis, se integrando a um movimento global promovido por governos, empresas e mercado consumidor.

"Fabricantes e fornecedores do mercado de impressão estão trilhando uma jornada de renovação e aprimoramento constante. Hoje, além de pontos como qualidade e rapidez, também está em jogo a busca por novas maneiras de economizar energia e recursos", destaca Luiz Carli, diretor geral da OKI Data Brasil.

Naturalmente, o setor de impressão ainda depende de vários recursos, como energia, água, papel, tintas, solventes e embalagens para viabilizar suas operações, o que agrega desafios para tornar o negócio mais sustentável.

No entanto, há algumas boas práticas que podem ser postas em ação para otimizar a produção e reduzir seu impacto no meio ambiente. Conheça, a seguir, alguns exemplos.

Desafios da indústria de impressão: como lidar com o papel de forma mais sustentável?

Por mais que a sociedade tenha transferido diversas das suas principais atividades para o mundo digital, os produtos impressos em materiais como o papel ainda têm uma demanda evidente.

No entanto, sem uma estratégia de gestão sustentável, o uso do papel tem um impacto ambiental expressivo. Além disso, a indústria de papel exige consumo de combustível, eletricidade e aço usados ​​pelas diferentes máquinas, o que impacta na cadeia de valor da indústria de impressão de modo mais abrangente.

Nesse contexto, uma iniciativa que pode reduzir esse impacto e a pegada de carbono é garantir que o papel e outras matérias-primas sejam provenientes de fontes ambientalmente sustentáveis, utilizando fibras recicladas e evitando a folha branca. O papel obtido a partir da madeira de reflorestamento também é uma alternativa.

Além disso, é preciso procurar ativamente novas maneiras de otimizar o uso do papel, evitando o desperdício e a energia consumida na produção diária.

Qual tinta utilizar?

Muitas das tintas tradicionais são fabricadas à base de petróleo, podendo liberar compostos orgânicos voláteis, que podem provocar danos ao meio ambiente e, também, à saúde das pessoas, principalmente durante a exposição prolongada - lembrando que o próprio petróleo é um recurso não renovável. Ainda, algumas tintas também podem conter metais pesados ​​tóxicos, como bário, cádmio e chumbo.

Por isso, sempre que possível, utilize as tintas à base de vegetais e ofereça essa possibilidade mais sustentável aos seus clientes. Normalmente, elas são feitas com soja, sendo mais sustentáveis e sem liberar compostos nocivos.

Como as tintas vegetais são mais fáceis de ser removidas, elas são peças-chave, também, em um programa mais amplo de reciclagem, que pode ser apresentado como ideia de projeto socioambiental a seus clientes, caminho que é apontado pelo diretor geral da OKI Data Brasil como uma forma de a indústria de impressão inovar e ampliar seus serviços.

"Em busca de novos modelos, o mercado de impressão também tem lançado novos produtos e soluções para continuar ajudando empresas em suas atividades e, ao mesmo tempo, contribuir com ações mais conscientes e sustentáveis em benefício do planeta", salienta.

Outra possibilidade são as chamadas tintas ecológicas, que substituem solventes orgânicos, feitos, geralmente, à base de derivados de petróleo, por água.

Já quando não for possível utilizar as versões ecológicas, é muito importante fazer um melhor gerenciamento da tinta, reduzindo o seu desperdício.

Como implantar a reciclagem interna na indústria de impressão?

Como em qualquer negócio, até na indústria de impressão existem muitas embalagens, papel e suprimentos que a empresa deve lidar e dar a destinação mais adequada.

Por isso, é importante treinar toda a equipe e distribuir lixeiras estrategicamente localizadas em cada setor, sendo classificadas e pré-designadas para cada tipo de material descartável.

Após, é preciso recolher todos esses materiais e dar um destino correto para cada um deles, se possível a reciclagem junto a cooperativas locais. Esse ponto é destacado como central por Carli:

"Investir em centros de reciclagem e estabelecer parcerias com empresas da cadeia de logística reversa é uma postura recomendável com benefícios para todos os envolvidos no processo. Esse movimento está ganhando cada vez mais força porque os dados são alarmantes. Estudos apontam que apenas 54% dos municípios brasileiros possuem programas de manejo de resíduos sólidos, e os processos de logística reversa ainda têm muito a melhorar no país, a exemplo do que já acontece em mercados maduros (como o japonês, o europeu e o americano). Infelizmente, o Brasil é hoje um dos maiores produtores de lixo eletrônico da América Latina, que descarta corretamente menos de 3% dos aparelhos e insumos, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU)".

E a energia elétrica?

A adoção da eficiência energética não é uma exclusividade da indústria de impressão. Isso significa que toda empresa precisa utilizar máquinas e aparelhos mais eficientes em termos de energia.

Mudar para a energia verde e reduzir o uso de eletricidade pode contribuir para a construção de um espaço de trabalho mais sustentável e custo-eficiente. Os sistemas de ar condicionado em todas as instalações devem ser modernos e de baixo consumo energético. O uso de lâmpadas econômicas em todos os ambientes também é uma ação simples, porém importante.

Além disso, ao adotar tecnologias como impressão sob demanda, as indústrias podem reduzir bastante o uso de materiais e energia.

Dessa forma, ao aliar conhecimento e criatividade em suas práticas sustentáveis, você estará não apenas ajudando o meio ambiente, como, também, gerando maior valor e competitividade para a sua indústria de impressão, reduzindo custos, otimizando sua operação e conquistando credibilidade no mercado - que, cada vez mais, deve valorizar as práticas sustentáveis empresariais.

Claro, na prática, tudo isso pode ser desafiador, mas no médio e longo prazo, os resultados serão consistentes. Além disso, o cenário é propício a esse movimento, conforme sintetiza o diretor geral da OKI Data Brasil:

"Essa é uma tarefa complexa, que envolve fabricantes, revendas e consumidores, mas é também uma atividade fundamental. Nesse contexto, a verdade é que o mercado de impressoras no Brasil é um exemplo de transformação, com foco no planeta e no consumidor. Nos últimos dois anos, o setor registrou um crescimento acumulado de quase 30% e os motivos para essa retomada baseiam-se em um forte trabalho de desenvolvimento tecnológico, sem deixar de lado a sustentabilidade como uma questão central. A indústria vem evoluindo constantemente e é seguro dizer que as impressoras e suprimentos hoje oferecem opções práticas para reduzir os gastos e melhorar a eficiência das empresas."

Como vimos, entre os principais desafios para o desenvolvimento sustentável da indústria de impressão, está o de fazer o descarte adequado de resíduos sólidos. Para ajudá-lo a vencer esse desafio, preparamos dicas para você fazer o descarte correto de materiais como parte da rotina de produção, não deixe de conferir.

 

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Como se preparar para vender para mercados internacionais?

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Em um mundo conectado, as distâncias a serem percorridas são menores para fazer negócios. Novas tendências do mercado têxtil e de impressão digital foram possibilitadas graças a essa aproximação entre mercados locais e internacionais. No entanto, vender para mercados internacionais não é um processo simples para quem não se prepara bem para ele. Isso porque existem demandas e certificações para que produtos possam ser comercializados além-fronteiras.

Dados da consultoria internacional Smithers Pira trazem a previsão de uma valorização de US$ 137 bilhões do mercado global gráfico de impressão até 2024. Em tempos de preocupação em soluções e tecnologias sustentáveis, porém, é necessário preparo.

No artigo de hoje, falaremos mais sobre algumas das certificações necessárias para vender para mercados internacionais. Entenda, também, como isso pode impactar na produtividade de seu negócio.

Quais são as certificações exigidas para vender em mercados internacionais?

Alinhar as metodologias e os processos de produção de um mercado como o da serigrafia ou têxtil é um desafio. Quando pensamos em vender para mercados internacionais, devemos estar atentos a selos de sustentabilidade e seu impacto nos negócios.

A União Europeia, por exemplo, tem demandas de uma série de certificados e selos visando práticas de produção sustentáveis. O maior deles é o Ecolabel: sob esse selo, mais de 37.000 produtos de diversas categorias estão certificados para produção e desenvolvimento.

Temos também a Green Dot, principal certificação do PRO Europe, focada na compensação ambiental e reciclagem de embalagens no meio ambiente.

Em um aspecto mais abrangente, há a Certificação ABNT ISO 14001, que trata da gestão ambiental e de práticas sustentáveis. Vender para mercados internacionais exige conformidade não somente com selos de mercados externos, como também com as normas vigentes no país.

O mercado de serigrafia e comunicação visual gera, anualmente, um nível considerável de descarte, aumentando a necessidade dessas certificações para manter a competitividade da empresa também no que diz respeito às suas políticas de sustentabilidade.

"Os órgãos responsáveis pelas certificações são uma criação recente. Grandes conferências mundiais, como a Eco 92, trouxeram a preocupação dos selos verdes. São formas de comprovar e comunicar uma produção e venda que preenche rigorosos critérios ambientais", ressalta Saulo Prado, mestre em avaliação de impactos ambientais e engenheiro ambiental.

Como é o processo de certificação para vender para mercados internacionais?

O processo de candidatura e solicitação de certificação pode variar de acordo com a certificação exigida. Em relação à Ecolabel, por exemplo, existem sete fases. São elas:

  1. Contato com os órgãos competentes nos países da UE;
  2. Registro do produto no catálogo online de produtos e serviços da Ecolabel (ECAT);
  3. Apresentação de dossiê de testes dos serviços e produtos;
  4. Pagamento das taxas, que variam de micro, pequenas, médias e demais estruturas empresariais;
  5. Análise de documentação e avaliação pelo órgão independente competente;
  6. Aprovação e premiação do certificado;
  7. Divulgação do selo Ecolabel.

"É sempre importante informar-se sobre os órgãos independentes responsáveis em cada país. Certificações europeias, como a Green Dot e a Ecolabel, têm órgãos voltados para a análise das candidaturas em cada país. Vale também, como já mencionado, informar-se sobre políticas locais de legislação. A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), por exemplo, certifica marcas sustentáveis e comprometidas com boas práticas durante todo o ciclo de vida de seus produtos", lembra Prado.

O prazo para obter a certificação varia de acordo com a aprovação da documentação e avaliação. Essa avaliação e resposta do organismo competente à comissão internacional, como a União Europeia, pode demorar cerca de 90 dias - sendo, no caso, 60 dias a partir da avaliação e 30 com a liberação pelo Comitê.

Quais são as vantagens dessa certificação?

A posição de responsabilidade de um mercado como o têxtil, de serigrafia e comunicação social em relação a esses certificados internacionais é considerável. À medida que se desenvolveram as novas tecnologias de produção, pré-tratamento para impressões e demais processos, cresceram, também, as demandas por práticas sustentáveis. E vender para mercados internacionais exige repensar processos levando esse atributo em consideração.

É importante enxergar a continuidade de um processo desses. Um selo verde ou um certificado de conformidade comunica algo importante a seus clientes: qualidade e cuidado. Não se trata apenas de vender produções gráficas em outros mercados. Trata-se de estabelecer uma relação transparente com seus principais parceiros e consumidores.

A série de demandas nas certificações fortalece marcas no mercado, as diferenciando e atestando sua credibilidade e seriedade. Critérios rigorosos referentes à fabricação, produção e impressão fazem com que empresas do nosso mercado tenham a oportunidade de atingir um padrão de excelência internacional. E o resultado disso para um mercado competitivo é valioso tanto para melhorar resultados locais quanto para se atuar globalmente.

Para saber mais sobre como planejar ações para seu empreendimento para crescer, confira o conteúdo que preparamos com dicas de como aumentar a escalabilidade do seu negócio.

 

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FuturePrint #Conexão com você - Contribuição da comunicação visual com Luiz Emanuelli

Confira como preparar tecidos para estampar

Máscaras de proteção são oportunidade de novos negócios

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Neste período de isolamento social e quarentena diversas empresas estão se reinventando, produzindo itens que possam ser comercializados agora como itens de proteção utilizando o maquinário que já possuem, como máscaras, batas clínicas ou toalhas. De acordo com o diretor comercial da ArtZone – Arte e tecnologia, Pedro Duplaá, é preciso estar atento às notícias para não perder as oportunidades.

Decreto da Prefeitura de Belo Horizonte (MG) obriga quem estiver nas ruas a usar máscaras. A medida válida por tempo indeterminado, determina que estabelecimentos são os responsáveis por impedir entrada e permanência de que quem não estiver com o item de proteção.

Na cidade de São Paulo (SP) a equação lojas fechadas + algumas produções funcionando parcialmente + retalhos e tecidos resultou na produção de máscaras. Quem antes produzi roupa de praia, por exemplo, decidiu comercializar online as máscaras, que podem, inclusive, serem estampadas.

PHD da Escola PHD de Impressão lembra que se antes os clientes perguntavam se “é barato?”, “vou usar?” e “vale a pena?”, agora é necessário responder se seu produto está de acordo com as regras de saúde.

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Sensorial Retail? Conheça conceito inovador para o varejo

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Bruno Busquet
Presidente do POPAI Brasil
Global Council Member na Shop! Association
Ceo da agência TPNQ Creative & Strategic

 

Mesmo quem está habituado a participar de grandes feiras e eventos se surpreende com a magnitude da EuroShop. Essa edição, que aconteceu na cidade alemã Düsseldorf, é e foi provavelmente a fonte mais rica de informação e de tendências de 2020. Nos entremeios dos seus 19 pavilhões e milhares de expositores, um termo ressoa e ganha corpo — literalmente. É o “sensorial retail”: a combinação estratégica da humanização do varejo com o que há de mais tecnológico.

Mais do que uma expressão publicitária, o conceito aparece nas sutilezas dos discursos dos participantes e na materialização de cada espaço comercial ali construído. Se nas edições anteriores os produtos eram protagonistas absolutos, agora é a experiência de compra como um todo quem dita o tom dos stands e propostas. Fato é que, em um futuro breve, não haverá loja que não seja, em si mesma, uma plataforma imersiva para os consumidores.

Esse é um grande divisor de águas para o varejo. Impulsionado pela dissolução das grandes mídias e pelo ganho de repertório dos mais diversos públicos, os pontos de contato presenciais são provocados a repensar seus papéis. O consumidor quer escolher e está a cada dia mais preparado para essa tarefa. Como deixar passar, então, a oportunidade de fisgá-lo quando já está dentro da casa da marca? Quem não souber responder a essa pergunta estará fadado ao esquecimento.

Exemplo claro disso é o espaço da Tesla aqui na Alemanha. A marca de carros elétricos nascida na Califórnia e que fica sob os comandos do CEO Elon Musk é referência em luxo, performance e tecnologia de assistência à direção. Suas vendas vão muito bem, obrigado. Porém a novidade é a apresentação disruptiva dos veículos e seus detalhes. A loja é completamente interativa e te permite ver, tocar, ouvir e sentir cada pequeno item: das opções de estofado às madeiras de acabamento, do vidro ao revestimento do teto.

E o que é isso senão a personalização levada à sua extrema potência? Digo pra vocês: é também uma estratégia extremamente inteligente para entregar o diferencial do produto e, consequentemente, do propósito da marca. Ao invés de expor uma gama infinita de veículos e confundir quem está comprando, a Tesla guia as pessoas à compra certeira através de uma jornada sensorial, premium e de alto valor.

Uma mudança como essa diminui significativamente o investimento em cada unidade de venda. Também aumenta as chances de converter quem já se predispôs a ir até a loja mas ainda não tem total certeza sobre o que quer e quando quer. Se pode existir um carro desenhado para os seus desejos, que combine suas preferências como nenhum outro e que, além disso, seja elétrico, mais sustentável e gere menos gastos: para quê investir em outra opção? Não sei vocês, mas eu quero um e quero já!

E como nem só de carros luxuosos vive o varejo no Brasil, passamos por vários stands e outros comércios nos atentando ao fator “sensorial retail”. Temos indústria alimentícia investindo em maior percepção de frescor, empresas de decoração abrindo espaço tecnológico para cocriar com o público final afim de ter um produto final personalizado, fornecedores repensando displays e muita, muita interatividade.

Viver a EuroShop 2020 é como estar com um pé já em 2030. Agora a missão é mergulhar e trazer todos esses insights e conhecimentos para a realidade brasileira. Provocar o mercado sempre em busca de experiências melhores e – é claro – maior rentabilidade.

 

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FuturePrint #Conexão com você - Criatividade e oportunidades no pós-covid com Eduardo Cristian

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