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Articles from 2020 In April


5 Dicas Para Fazer uma Venda Consultiva

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Quando vendemos nosso produto e serviço, durante a venda o vendedor tem duas opções ou ele vai se tornar referencial de como o cliente gostaria de ser atendido ou referencial de como o cliente não gostaria de ser atendido.

Com isso em mente sabemos que uma abordagem muito interessante usada nas vendas consultivas que eu particularmente apoio muito, é tirar o cliente da ignorância, ensina-lo sobre o produto, sobre a garantia e vida útil daquele produto, sobre a forma de fabricação e até mesmo se os processos de fabricação são ecológicos ou não, sobre as matérias primas usadas, prazo de entrega e principalmente entregar um orçamento condizente com aqueles diferenciais que você expressou a ele verbalmente, a venda consultiva só tem pontos positivos e vou listar alguns deles.

  1. Exige Vendedores treinados, na venda consultiva é obrigação do vendedor ser consultor ou seja, se colocar no lugar do cliente e buscar a melhor opção para ele, porém isso só é possível quando o vendedor conhece os produtos incluindo sua forma de fabricação, processos, matérias primas, um vendedor precisa entender do produto, e da necessidade do cliente, por trás de todo produto ou serviço existe um cliente, e é papel do vendedor conectar ambos, dessa forma podemos dizer que o vendedor é um instrumento de conhecimento, que leva o cliente a optar por determinada compra.

Dica: contatar os fornecedores eles são fonte inesgotável de conhecimento.

  1. Ouvir a dor do CLiente, na venda consultiva existe mais diálogo entre cliente e vendedor, é certo de que quando paramos para ouvir nossos clientes vários insights vêm a nossa mente, de produtos que solucionam a dor deles, isso é vantajoso para o cliente, que sente ouvido, como para o vendedor que pode usar as próprias objeções do cliente para de fato finalizar uma venda.

Exemplificando ..Em certo momento quando eu era só vendedor instintivamente sempre que um cliente reclamava de determinada coisa como por exemplo; a outra empresa errou o tamanho da placa, odeio quando o material desbota, eu ia anotando esses pontos, para logo que ele terminasse de falar defender o meu produto, e oferecer o produto com as matérias primas que mais matavam as objeções dele.

“ E se um cliente já passou por dois ou três lugares, provavelmente ele vai estar lutando por preços quando chegar até você, então você apresenta uma nova forma de vender e o resultado é incrível! “

3. Educar o cliente sobre o produto, e até mesmo ensinar como ele deve fazer para cotar com outras empresas.  Isso causa uma necessidade no cliente de querer retribuir.

Por exemplo quando auxiliamos alguém, essa pessoa se sente em dívida conosco, por isso elas dizem obrigado, e nós retiramos essa obrigação de retribuir com o de nada ou disponha.

É instintivo querer comprar com quem nos forneceu conhecimento sem custo.

4. Orçar com descritivos, quando um cliente leva um orçamento bem feito, e vai comparar com os orçamentos dos concorrentes, ou ele vai ver a falta de especifidade no seu concorrente ou que ele não está orçando a mesma coisa que você e nesse caso quem tirou o cliente da ignorância tem vantagem.

5. Usar Mostruário o cliente vai ter a experiência de sentir o produto, isso agrega muito valor a venda consultiva, com o tato sentimos a rigidez a espessura, o acabamento, podemos visualizar o brilho, opacidade cor. Existem diversos mostruários no mercado, faça uma maleta, e leve até seus clientes ou então crie um ponto de experiência dentro da sua empresa com toda certeza o teu cliente vai querer compartilhar a satisfação de ser atendido por uma empresa que entende o que ele precisa.

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Como transformar incertezas em oportunidades!

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Em um momento de tantas incertezas no mercado, na política, com o dólar nas alturas, bolsa de valor despencando, a economia totalmente oscilante, uma coisa é certa, uma brecha foi aberta para as confecções nacionais.

Mesmo sabendo que o algodão se trata de uma Commodity, e os tecidos na grande maioria, são importados, e que 30% do nosso consumo interno é destinado aos importados. Mesmo com todos esses poréns, foi aberta uma oportunidade para todos nós da confecção brasileira.

Eu defendo a qualidade e o diferencial dos nossos produtos brasileiros! Temos uma joia, a capacidade dos nossos estilistas e designers será o maior diferencial, se existe um povo criativo e que se vira nos 30, é brasileiro.

Isso será fundamental, tanto para a retomada do consumo interno, como também se abrirá uma porta para o exterior, uma vez que nosso produto vai brigar no quesito preço, e o nosso diferencial que é a qualidade e o design.

Novos tempos virão, e junto com ele novas oportunidades.

Oportunidades incríveis! A questão é, oportunidades batem nas portas de todos, mas quem está preparado?

O que nossos confeccionistas estão fazendo, para se prepararem e conseguirem agarrar essa oportunidade?

Eu falo com autoridade neste assunto, sou um confeccionista, um dos que não se acomodaram e têm feito diversas mudanças e testes neste período de quarentena.

Já a algum tempo, decidi dar treinamentos e compartilhar minhas descobertas e conquistas, tenho nos meus Instagram’s @eduardocristianoriginal e @costurandosucesso um canal de aprendizado para meus seguidores. Faço lives, e neste momento um novo conteúdo de aulas aonde dou soluções e preparo para essa fase que estamos passando, todos nós estamos no mesmo barco.

Mas os que tomarem providências, para sobreviver a essa tempestade, e se prepararem para o novo mercado que surgirá após pandemia, poderão tirar proveito desta brecha que está sendo aberta e ressurgirem completamente adaptados e restaurados para um novo mercado de consumo.

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FuturePrint #Conexão com você - Atualização profissional e retomada do mercado com PH

FuturePrint #Conexão com você - Novo olhar para o mercado de sublimação com PH Oliveira

Todos os aspectos legais para trabalhar com marketplaces

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O marketplace é um modelo de negócio virtual que vem crescendo no mundo todo e representa uma parcela significativa do e-commerce. Por meio dessa plataforma, o cliente e fornecedor conseguem se conectar de maneira interativa com vantagens para ambas as partes: o consumidor tem acesso à diversos vendedores/prestadores em um único site e pode comparar os valores e os fornecedores podem ter maior margem de lucro e pode comercializar seus produtos sem estoque.

Muitos comerciantes optam por vender em marketplaces para incrementar as suas vendas e economizar com a estrutura física e funcionários. Por outro lado, o valor de venda do produto ou serviço oferecido precisa abranger um comissionamento a ser pago ao site. 

Já aqueles que tem o objetivo de realizar o serviço de intermediação, precisam deter ou desenvolver expertise e uma estrutura tecnológica. No entanto, antes de desempenhar tal atividade, é recomendável buscar uma consultoria jurídica a fim de encontrar uma forma mais segura para os envolvidos.

Para avaliar os impactos tributários de um marketplace, o advogado precisa saber se nele  serão comercializados produtos de terceiros ou se também serão vendidos produtos próprios com a nota fiscal em seu nome. A tributação típica de um marketplace incide sobre o serviço de intermediação de negócios, vez que recebe um comissionamento por isso. Desta maneira, a tributação incide sobre o comissionamento e não sobre o valor do produto ou serviço. Os lojistas, por outro lado, são tributados pelo ICMS, tendo em vista a circulação de mercadorias.

A relação do marketplace com os lojistas precisará de um contrato que preveja diversas obrigações (como resposta de dúvidas e reclamações dos consumidores, prazos para postagem e recolhimento de produtos quando houver arrependimento etc) e multas pelo descumprimento.

Outro ponto importante a ser considerado são as normas criadas pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC) que favorecem o destinatário final do produto, responsabilizando as pessoas jurídicas que participam do seu fornecimento. No entanto, decisões recentes têm aplicado o artigo 19 da Lei 12.965/14 (Marco Civil da Internet), que prevê que os provedores só poderão ser responsabilizados pelo conteúdo gerado por terceiros se não tomarem as providências necessárias após a ordem judicial. Por essa razão, caso as regras com os lojistas não sejam bem estabelecidas no início, o marketplace poderá ser responsabilizado por uma série de danos que podem ser causados ao consumidor. Além disso, é imprescindível que haja um canal de comunicação com o consumidor com os termos de uso da plataforma bem claros e com as obrigações bem definidas.

Outra questão a ser observada é o split payment, que possui um mecanismo próprio que deve ser avaliado detalhadamente pelo marketplace para que sejam evitados prejuízos desnecessários. Essa modalidade de pagamento foi regulamentada pelo BACEN a fim de evitar que o dinheiro recebido da transação permanecesse na conta do mantenedor do marketplace. O mecanismo é bem simples: após a autorização do pagamento (pela administradora do cartão de crédito ou banco do consumidor), os valores são divididos de acordo com o que foi determinado no momento da contratação, de forma que o percentual do marketplace seja recolhido e o valor devido ao vendedor seja repassado. Isso garante inúmeras vantagens, como evitar que o valor total das transações passe pelo marketplace (evitando a tributação sobre o valor total da operação), maior controle das transações, automatização do processo etc.

São muitas questões a serem avaliadas para a criação do marketplace. No entanto, uma assessoria jurídica preventiva desde o momento do seu planejamento até o lançamento da plataforma aumentará as chances de sucesso no mercado e evitará prejuízos desnecessários.

Nadia Andreotti Tüchumantel Hackerott é consultora associada do HBC Advogados e possui extensa experiência na área de Propriedade Intelectual, como marcas, patentes, desenhos industriais, nomes de domínio, softwares, direitos autorais, concorrência desleal, segredos industriais, transferência de tecnologia, inovação, parcerias tecnológicas e assuntos relacionados ao Direito Eletrônico. Pós-graduada em Direito Contratual e em Direito Digital e Compliance. Fez cursos de extensão em Direito Digital Aplicado, Tributação dos Negócios de Tecnologia e Propriedade Intelectual, Direito das Startups e especialização em Propriedade Intelectual nos Estados Unidos e no Japão.

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Vai vender na internet? Conheça os aspectos Jurídicos do e-commerce

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O processo de compra e venda de produtos por meios eletrônicos, como por aplicativos e pela internet, têm apresentado um aumento significativo no comércio brasileiro. Dados mostram que o volume de vendas feitas por e-commerce deve atingir cerca de R$106 bilhões em 2020. Espera-se ainda que 37% das vendas efetuadas pelos consumidores venham a partir de smartphones e tablets*.

Sabe-se que o comércio realizado pela internet pode abranger relações entre empresas e consumidores, empresas e empresas e consumidor com consumidor. Por essa razão, algumas relações são reguladas pelo Código de Defesa do Consumidor, outras pelo Código Civil, Tratados Internacionais etc. Cabe destacar que o “consumidor”, sob o ponto de vista legal, é toda pessoa física ou jurídica que utiliza como destinatário final algum produto ou serviço. Para as relações que envolvem transações digitais com consumidores, aplicam-se as regras determinadas pelo Decreto n. 7.962/2013 (que dispõe sobre a contratação no meio eletrônico), aplicado juntamente com o Código de Defesa do Consumidor.

Plataforma Digital - ao definir se a plataforma será desenvolvida internamente ou licenciada, o fornecedor do e-commerce precisa atentar-se às questões relativas aos Direitos Autorais. Além disso, as empresas desenvolvedoras da plataforma podem celebrar um acordo de nível de serviço (Service Level Agreement), com o intuito de garantir um mínimo de qualidade de seus serviços, com penalidades para o caso de resultados não alcançados.

Transparência de Informações - O Código de Defesa do Consumidor exige a prestação de informações claras e precisas. De acordo com o Decreto  n. 7.962/2013, os sites de vendas devem apresentar: identificação completa do fornecedor, endereço físico e eletrônico, resumo e contrato completo disponibilizados, obrigação da etapa de confirmação da compra. Além disso, devem ser transparentes no que diz respeito às regras estabelecidas pelo Decreto (como o direito de arrependimento, atendimento eletrônico, segurança das informações, regras para estornos solicitados, compras coletivas – se for o caso).

Atividade Desenvolvida – importante observar que algumas atividades desempenhadas pelos fornecedores do e-commerce possuem legislação própria, regulamentada por algum órgão específico, como por exemplo o Banco Central do Brasil, a Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações etc.

Termos e Políticas de Uso – ainda que o consumidor não os leia, se o vendedor

comprovar que disponibilizou os documentos antes da compra ser efetuada e tenha obtido o aceite, eles possuem validade legal. Tais termos deverão abranger regras relativas ao pagamento, entrega, troca, cancelamento da compra etc.

Marketing Digital - o Marco Civil da Internet (Lei n. 12.965/2014) estabelece direitos e deveres para o uso da internet no Brasil e atinge questões relativas ao comércio eletrônico, como o uso de cookies e marketing direcionado. De acordo com a lei, o consumidor deverá dar o seu consentimento expresso sobre a coleta, uso e armazenamento de dados pessoais. Outra questão que merece cautela é uso de imagens não autorizadas nos materiais publicitários.

Tratamento de informações – cabe ao fornecedor aplicar regras restritas relativas ao tratamento de informações dos consumidores, considerando o Marco Civil da Internet e a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei n. 13.709/2018), que entrará em vigor no mês de agosto.

Entrega agendada – alguns estados, com o de São Paulo e Rio de Janeiro buscaram fixar a obrigação de informação de data e turno (ou hora) para a entrega de mercadorias, sob pena de multa. Por essa razão, é importante que o consumidor considere essa tendência no desenvolvimento do seu negócio.

As questões elencadas acima são apenas exemplos de aspectos jurídicos relevantes que devem ser considerados no momento do planejamento da plataforma eletrônica. É imprescindível considerar custos com uma análise  preventiva, a fim de evitar multas, reclamações, ações judiciais e problemas que podem inviabilizar o negócio.

*Comércio Eletrônico deve crescer 18% no país em 2019, prevê ABComm. Disponível em: https://abcomm.org/noticias/comercio-eletronico-deve-crescer-18-em-2020-e-movimentar-r-106-bilhoes/ Acessado em: 16/04/2020.

Nadia Andreotti Tüchumantel Hackerott é consultora associada do HBC Advogados e possui extensa experiência na área de Propriedade Intelectual, como marcas, patentes, desenhos industriais, nomes de domínio, softwares, direitos autorais, concorrência desleal, segredos industriais, transferência de tecnologia, inovação, parcerias tecnológicas e assuntos relacionados ao Direito Eletrônico. Pós-graduada em Direito Contratual e em Direito Digital e Compliance. Fez cursos de extensão em Direito Digital Aplicado, Tributação dos Negócios de Tecnologia e Propriedade Intelectual, Direito das Startups e especialização em Propriedade Intelectual nos Estados Unidos e no Japão.

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Percepções e insights do WEB Summit (PORTUGAL) - Dia 1

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Fabrizzio Topper, CEO DRIVEN.cx e VP de Varejo Digital POPAI Brasil

O mundo está mudando rápido e de forma talvez muito menos focada em tecnologia neste momento e muito mais comprometida com rediscutir o papel das empresas na sociedade... não importa se são startups ou mega corporações, estamos todos precisando assumir novos papéis para construir uma sociedade mais justa economicamente, mais balanceada em suas diversidades e especialmente mais engajada na melhoria do mundo ao seu redor e no qual extrai valor.

Pude ouvir CEOs, CMOs, CTOs e CSOs de algumas das maiores potências do mundo, desde MICROSOFT, UBER e IKEA a WIKIPEDIA e JPMORGAN e a questão principal é sobre Ética na gestão dos dados e sobre propósitos mais elevados na construção de experiências mais significativas e não apenas mais relevantes. Estamos vivendo um momento aonde a grande transformação é a de valores de uma sociedade que ganhou o poder de definir o mundo que deseja para si, por meio das escolhas que faz, desde produtos e serviços que consome até os conteúdos que propaga e produz.

Estamos experimentando um momento em que força da convicção, colide fortemente com a crise de confiança generalizada em uma sociedade que se sente manipulada e invadida pelo universo digital, ao mesmo tempo que espera customização individual do que recebe do meio ao seu redor. Vamos precisar refazer os laços de confiança uns com os outros e para as empresas significa deixarem de pensar como corporações e entidades executivas, para pensarem pura e simplesmente como pessoas que se sensibilizam com as necessidades e questões das outras ao seu entorno.

Todos nós precisamos despertar para o fato de que o que temos a oferecer para os outros não são apenas produtos ou processos melhores de consumo, e sim transformação pessoal por intermédio de conhecimento lido, vivido, experimentado e não apenas fornecido de forma fria e incapaz de se adaptar ao indivíduo, em seu contexto de absorção ideal, o que de forma objetiva significa que tudo que tocar a todos nós, precisa ser capaz de atender necessidades objetivas, mas acima de tudo precisará nos “tocar” naquilo que suporta nossos propósitos e buscas pessoais.

A transformação é social e a sociedade digital é global... estamos presenciando uma mudança pela primeira vez simultânea e homogênea nesta visão compartilhada do mundo ideal, ao mesmo tempo que sob o ponto de vista de infraestrutura, cultura e maturidade digital, cada continente e nação, vive seus desafios particulares na corrida do ouro digital e sermos capazes de potencializarmos os valores desta nova sociedade, adaptando a atuação empresarial para entregar valor, contribuindo para melhorar regionalmente a vida cotidiana, passa a ser o principal objetivo daqueles que são e serão os verdadeiros agentes da transformação da era digital.

O digital não é a resposta, a união e um mundo conectado por propósitos mais nobres é que é. Façamos nosso papel enquanto peças deste tabuleiro global da melhora das condições de vida dentro de uma sociedade que agi para o bem do todo e não apenas para ganhos individuais. Não estou falando sobre deixar de forçar em lucro, estou falando de criar lucros econômicos sobre construções comerciais capazes de gerar valor no entorno social dos seus modelos de negócios.

Fique ligado, continuação no próximo artigo a ser publicado.

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Gerenciamento de cores é o tema do nosso terceiro podcast. Confira!

Como fazer para ouvir o terceiro episódio do Podcast da FuturePrint:

  1. Clique neste link: https://anchor.fm/feirafutureprint
  2. Quando ele abrir você verá abaixo do cabeçalho preto você verá essa imagem (É só clicar no Play e curtir nosso podcast):

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SC - Produção de máscaras para Corpo de Bombeiros mantêm empregos em sete indústrias

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Em Joinville (SC), proprietário da Beetêxtil - fábrica de roupas para esportes de alta performance - percebeu que fabricar máscaras reutilizáveis era a alternativa mais óbvia diante da falta das descartáveis no mercado. Para se diferenciar do mercado firmou parceria com a Heroyz, que destina seu lucro à manutenção das operações do Corpo de Bombeiros Voluntários, que não parou durante a pandemia. Em 15 dias de quarentena, foram confeccionadas 30.000 unidades e o faturamento foi o dobro de um mês inteiro antes da pandemia da COVID-19

Segundo o CEO voluntário da Heroyz e especialista em negócios com propósito, Eduardo Borba, quando o mercado deu sinais da falta de EPI (Equipamentos de Proteção Individual) e diante da necessidade de alternativas para gerar receita e manter a operação dos voluntários da Corporação, veio a ideia das máscaras. “Precisávamos de um parceiro que abraçasse a causa. Além disso, mostrar capacidade de envolver a todos, fazendo com que acreditem na ideia e garantam a entrega do que é esperado. Assim todos saem ganhando”, afirma. 

As máscaras foram batizadas de HeroMask (a “Máscara dos Heróis).

Empresas e indústrias começaram a procurar a Beetêxtil e a Heroyz querendo distribuir máscaras entre seus colaboradores e clientes por verem no produto uma alternativa mais em conta e segura no mercado, além de perceberem o impacto social gerado.  E com problemas logísticos de entrega de kits em Joinville visto que as costureiras da Beetêxtil passaram a trabalhar de suas casas como forma de manter o isolamento social, foi realizada uma parceria com um aplicativo de motoboys para diminuir o custo do frete na região e garantir entrega rápida à comunidade local. 

As encomendas chegaram em um ponto que Jonas se viu obrigado a realizar parcerias com outras empresas do ramo têxtil. “É um momento de união inclusive com concorrentes. Realizei uma parceria com uma fábrica de Blumenau para conseguir honrar a entrega das encomendas que entraram em linha dentro do prazo. Também enxergo esse modo de trabalho como forma de preservar empregos no nosso setor”, relata.

Com o crescimento da demanda, além da Beetêxtil, outras seis empresas do mesmo ramo acabaram de envolvendo no projeto: Ravache Confecção, Aquamires Beach Wear, Zeni Falcão, Amora Confecções e Marlise Confecções, além da Risque e Corte, para o corte das peças.

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4 passos para se aproximar de agências de comunicação visual

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A prática de networking pode ser desafiante para qualquer empresa. Para o mercado de serigrafia e têxtil, no entanto, adotar esse processo com agências de comunicação visual é essencial para o sucesso do negócio. Todo empreendimento precisa ter um bom crescimento - e parte vem da relação e da credibilidade com seus clientes.

Agências de comunicação visual, para o segmento gráfico, podem ser grandes parcerias. Muitas demandas de grandes campanhas podem se tornar uma boa oportunidade a ser desenvolvida por agências de comunicação visual. Inclusive, é comum que agências de comunicação visual busquem empresas que possam ser de auxílio tanto para demandas de marketing quanto para seu próprio portfólio.

Por isso, confira, a seguir, 5 dicas para que sua empresa esteja mais próxima das agências de comunicação visual. 

1. Busque agências de comunicação visual que ajudem a diferenciar seu negócio

Entender o diferencial de seu negócio é o primeiro passo para sair na frente em relação aos seus concorrentes. E parte desse diferencial está, justamente, no perfil de cliente que seu negócio busca. Agências de comunicação visual com alta demanda de projetos gráficos se encaixam no que você busca? Como essas agências visualizam o serviço que sua empresa oferece?

Lembre-se, ter um planejamento e se manter atualizado é a grande força de qualquer empresa do ramo gráfico. Dessa forma, fatores como o objetivo principal de seu negócio, sua visão e estratégias estarão muito melhor definidos e direcionados.

2. Crie estratégias para cultivar um bom relacionamento B2B (business-to-business)

"Posicionar sua marca no mercado exige, claro, um bom conhecimento desse mercado. Empresas ainda em seu processo de concepção podem ter grandes desafios para dar os passos necessários para isso. Felizmente, as distâncias a serem percorridas nunca foram tão pequenas e acessíveis quanto hoje em dia são", afirma Antonio Lima, professor de marketing da Unisinos.

A partir dos perfis de redes sociais, por exemplo, é possível ter uma janela de conexões que antes exigiria um esforço maior de prospecção das empresas. Redes como o LinkedIn permitem que sua organização possa interagir em grupos de interesse e ganhar presença entre agências de comunicação visual.

3. Promova um conteúdo relevante e interativo

A capacidade de oferecer um bom trabalho, seja ele uma instalação ou campanha de mídia exterior, é o resultado final. Mas, atualmente, pouco adianta ter excelência na execução desacompanhada de um networking sólido. Por isso, é importante que o mercado conheça a sua voz e conhecimento.

Quando você quer se aproximar de agências de comunicação visual, não deve focar apenas na parceria comercial. É importante priorizar a qualidade dessas conexões. Por isso, uma boa estratégia é manter não só a empresa atualizada em relação às tendências, como também ter um bom marketing de conteúdo. Isso mantém sua rede de contatos ativa e dá credibilidade ao trabalho final.

4. Consistência é a chave

"O planejamento de um trabalho é essencial entre sua empresa e as demais agências de comunicação visual. A comunicação desse trabalho, por sua vez, também exige planejamento. Pouco adianta ter uma grande presença inicial de networking sem que exista uma continuidade nesse tipo de trabalho de modo consistente", afirma Lima.

Desse modo, utilize as redes sociais de sua empresa a seu favor. Eventos como feiras, palestras e seminários surgem rotineiramente. Ter um calendário que contemple a participação de sua empresa e o conteúdo que ela pode gerar é valioso. Manter-se na vitrine é essencial quando se deseja aproximar de agências de comunicação visual.

Gostaria de conhecer na prática mais sobre a realidade de seu mercado para se aproximar de agências de comunicação visual? Não deixe e conferir a FuturePrint, que atrai há mais de 30 anos mais de 40.000 visitantes qualificados!

 

 

 

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