Desafios da estamparia digital têxtil - resumo 04/11 FuturePrint Xperience

Essas são as principais oportunidades para impressão têxtil!.jpg

“O digital veio para somar e não vai substituir os métodos ‘convencionais’”, afirma o especialista em tecnologia do Instituto Senai de Tecnologia, Jorge Rosa, isso porque o sistema digital economiza água, reduz limitações e tem excelente definição nas estampas.

No entanto, dois dos maiores desafios da impressão digital têxtil são o controle de cor – obter no produto aquilo que vemos em nossos monitores – e formar o preço do nosso produto.

Para o primeiro caso, Robson Xavier de Carvalho, diretor da Cor & Processo, temos que tomar cuidado com o que na Engenharia é chamado de “propagação do erro”; tendo matrizes de qualidade, aquelas que reúnam melhores condições para a impressão. “Isso costuma ser negligenciado pela maioria dos operadores na área de impressão, seja têxtil ou ‘papel’”, comenta Carvalho.

O diretor explica que há casos em que os softwares estão com uma predefinição de cores para impressão, o que é difícil de ser identificado. Tempos atrás ele enfrentou um software predefinido para impressão de jornais e ninguém entendia se o problema estava nas máquinas, tintas - eram originais  - ou tecidos, no final das contas, o problema era um perfil de cor embutido, o processamento da imagem, tinha fração de ciano, assim nunca se chegaria ao vermelho pretendido.

Já sobre o segundo desafio (definição de preços na estamparia digital), o consultor de negócios do Sebrae-SP, Felipe Chiconato, explica que alguns passos devem ser seguidos:

  • Não vender por menos que nos custa
  • Saber quanto o mercado cobra por produtos similares, pois isso ajuda a me posicionar no mercado, sempre vai haver itens mais caros ou mais baratos;
  • Qual a percepção do cliente sobre meu valor, lembrando que valor é diferente de preço.

Diferenciais

“Qual seu diferencial quando o assunto é estampa digital?”, questiona o CEO da Black West e Costurando Sucesso, Eduardo Cristian, sentenciando que “só” preço mais baixo já não convence mais. Atualmente, já se interessam por velocidade e cuidado na entrega dos produtos, mas ainda existem cinco obstáculos para entrega das estamparias:

  1. Correria do dia dia
  2. Falta de atenção
  3. Sobrecarga
  4. Comunicação
  5. Hábitos

“Resolvemos esse problema substituindo hábitos; inserimos o check list das execuções de tarefas”, explica o CEO. O processo abrange desde a criação do desenho e nele é preenchido quem foi o responsável por aquela atividade, que horas e onde foi feita, quem é o responsável pela continuidade do processo. “Monitoramos tarefas e descobrimos os gaps da estamparia”.

Magazines

Questionados em como as estamparias vendem para os grandes magazines, Euclides Vale, diretor da Vale Transfer, e Felipe Simeoni, gerente de marketing da Global Química e Moda, explicam que há passos a serem seguidos; “Abvtex, seja como subcontratado ou como fornecedor e realizar processos com excelência”, explica Vale.

Já para Simeoni é necessário focar em qualidade, velocidade e possibilidades. “A impressão digital é um caminho sem volta. Inverte a a ordem de oferta e demanda para demanda e oferta, além de criar a massificação customizada”.

Epson

No final da noite a empresa apresentou “a realidade da tecnologia digital na impressão têxtil” com Amaro Netto e Luciara Souza, ambos account manager da Epson, mostrando cases de clientes que começaram com poucas peças e que em pouco tempo aumentaram o parque gráfico e solucionaram diversos problemas, inclusive entregando produtos mais rapidamente para seus clientes.

“Nós queremos resolver os problemas do cliente. Muitas pessoas que migram do analógico para digital e às vezes não têm muita informação, mas não tenham medo do digital. O brasileiro se adapta rápido e se reinventa com muita facilidade”, comenta Luciara.

 

Case – IMG mídia visual

Case – IMG mídia visual.jpg

Para se manter ativa e crescendo no primeiro semestre de 2020 a IMG mídia visual, apostou em três estratégias comerciais – uma delas criada durante a pandemia -: observar e perceber o mercado, usar todas as máquinas e se posicionar digitalmente. Hevelin Pimenta, empresária da IMG explica que inicialmente viu o que o mercado precisava em março, abril ou maio e identificou que era necesssário investir em um portfólio de produtos antivirais: proteção para clientes.

“Para que isso funcionasse, impressoras a laser ao inves de trofeus passaram a produzir máscaras e impressoras de grandes campanhas passarma a produzir adesivos de distanciamento social, além de decoração para que as famílias pudessem fazer a decoração das festas em casa, além da criação da área de decoração que produz papel de parede”, explica Hevelin.

A terceira ação foi produzir conteúdo para redes sociais para o cliente passar pela pandemia lives bem no começo da pandemia com consultores financeiros, consultores organizacionais, especialistas em gestão de pessoas e de marketing.

FuturePrint Xperience acontece de 03 a 05 de novembro, é 100% digital e gratuito. Participe!

Registre-se para fazer download desse recurso

Registrar-se como membro da Feira Futureprint lhe dá acesso a conteúdo premium incluindo webinars, whitepapers e muito mais.

Pense como uma startup e impulsione seus negócios

Pense como uma startup e impulsione seus negócios.jpg

Para Adriano “Ruivão” Medeiros do portal O Impressor é necessário começar a pensar como startups: produto como serviço. “Não precisa ser o próximo Uber ou Iphone.Você não deve vender banner, mas a qual serviço ele serve!”, explica. Para a lanchonete do centro da sua cidade qual é a finalidade do banner? Provavelmente a mesma do pnafleto ou do anunciante com megafone: vender mais.

Caso o proprietário da lanchonete te peça um banner para instalar no fundo da loja avisando sobre promoções de coxinhas, não é melhor ir até o estabelecimento e conhecer o produto? Descobrir quais outros produtos ele comercializa? Faz delivery?

Por que desses perguntas?

Porque invês de um banner para vender mais coxinhas e ter um produto (banner) para um mês, você desenvolve um banner para vender os outros salgados comercializados naquele estabelecimento, tendo assim, pagamentos por mais meses, podendo, inclusive, desenvolver uma solução – via parceria, talvez – de delivery ou e-commerce para o estabelecimento. “Esse aumento de vendas da lanchonete pode ser o seu case para vender mais banners”, explica Medeiros.

Ainda de acordo com o criador do portal O Impressor, comprar uma impressora e “comente” produzir fachadas é passado! “ter uma impressora não garanbte que você seja uma empresa de comunicação visual, você tem que oferecer serviços”.

Medeiros alerta que os serviços das startups são inovadores e não invenções, pois inventar é desenvolver algo que não existia, enquanto inovador é desenvolver algo pela qual as pessoas paguem. E para saber se as pessoas pagariam pela sua inovação é necessário testar, repensar, aceitar críticas etc.

“Não precisa ser algo mundial. Pode ser algo regional”, lembra Medeiros explicando que transmitia sua apresentação “ Seja um gestor de sucesso – Pensando a sua empresa como uma startup” diretamente de um armazém de criatividade em Caruaru (PE); “uma cidade de 300 mil habitante com parque tecnologico é um sinal de que as startups vão transformar comunicação visual.Futureo é contruido e não é advinhado, futuro d qq coisa é provocado, tem pessoas pensando como vai ser nossa vida nas proximas decadas em qq area: saude, educação, transporte etc”.

FuturePrint Xperience acontece de 03 a 05 de novembro, é 100% digital e gratuito. Participe!

Quais os EPIs para trabalhar impressoras e equipamentos?

Venda mais na comunicação visual - resumo 03/11 FuturePrint Xperience

Tudo que você precisa para vender mais na comunicação visual!.jpg

Existem basicamente três tipos de clientes e eles estão em momentos diferentes da jornada de compra, mas todos eles podem ser impactados por uma boa história, é o que afirma o especialista em comunicação visual Judah Adonai. “Temos que organizar esses clientes como um iceberg; mais de 80% dele está submerso, mas está lá, seja para offline ou online!”, explica.

No topo do iceberg temos os “supermotivados”, eles já sabem que precisam renovar a comunicação visual dos seus estabelecimentos comerciais, já sabe o que quer fazer, precisando “apenas” de alguém que execute o projeto. Para cada um desses clientes existem outros 20 procrastinadores – esses, já na primeira faixa submersa do iceberg – que sabem que precisam de uma nova fachada, de totens e PDVs mas estão deixando para depois.

E no final do iceberg, totalmente submersos, estão os “não-motivados” que nem sabem que precisam de comunicação visual e, por isso, não estavam procurando por nada. “Aqui, são 80 clientes para cada um dos ‘supermotivados’”, comenta Adonai.

Mas como atingir esses clientes?

O especialista em comunicação visual comenta que pagamos para ir ao cinema ou ao teatro para assistir a uma história, buscamos entretenimento, o mesmo motivo que nos leva para as redes sociais como Instragram, Linkedin, Twitter e Facebook; “ninguém está nesses locais para comprar, temos que tirar o cliente dessa zona de conforto contando uma boa história”.

Um exemplo prático disso é uma case-depoimento do cliente que mudando a comunicação visual de fachada começou a vender mais, que superou a pandemia...E para isso não é necessário ter conteúdo todo dia, mas sim usar bem as informações que você já tem.

No entanto, não basta um tráfego orgânico, pois os algoritmos das redes sociais não entregam seu conteúdo para todos seus seguidores, neste caso o ideal é investir financeiramente para alcançar melhores posições nas buscas do Google.

Mudança de mentalidade

Para Adriano Medeiros do portal O Impressor é necessário começar a pensar como startups: produto como serviço. “Não precisa ser o próximo Uber ou Iphone. Você não deve vender banner, mas a qual serviço ele serve!”, explica. Para a lanchonete do centro da sua cidade qual é a finalidade do banner? Provavelmente a mesma do panfleto ou do anunciante com megafone: vender mais.

Caso o proprietário da lanchonete te peça um banner para instalar no fundo da loja avisando sobre promoções de coxinhas, não é melhor ir até o estabelecimento e conhecer o produto? Descobrir quais outros produtos ele comercializa? Faz delivery?

Por que dessas perguntas?

Porque invés de um banner para vender mais coxinhas e ter um produto para um mês, você desenvolve um banner para vender outros salgados, tendo assim, pagamentos por mais meses, podendo, inclusive, desenvolver uma solução – via parceria, talvez – de delivery ou e-commerce para o estabelecimento. “Esse aumento de vendas da lanchonete pode ser o seu case para vender mais banners”, explica Medeiros.

Na opinião de Eduardo Yamashita, precisamos lembrar em qual mercado estamos, em que atuamos e que os produtos que comercializamos são resultados da soma de insumos, substratos e impressão digital. “Precisamos exercitar a capacidade de ver do ponto de vista dos outros! Nos livrarmos de preconceitos! Afinal, descobrimos novos limites na pandemia”.

Case

Para se manter ativa e crescendo no primeiro semestre de 2020 a IMG mídia visual, apostou em três estratégias comerciais – uma delas criada durante a pandemia -: observar e perceber o mercado, usar todas as máquinas e se posicionar digitalmente. Hevelin Pimenta, empresária da IMG explica que inicialmente viu o que o mercado precisava em março, abril ou maio e identificou que era necessário investir em um portfólio de produtos antivirais: proteção para clientes.

“Para que isso funcionasse, impressoras a laser ao invés de troféus passaram a produzir máscaras e impressoras de grandes campanhas passaram a produzir adesivos de distanciamento social, além de decoração para que as famílias pudessem fazer a decoração das festas em casa, além da criação da área de decoração que produz papel de parede”, explica Hevelin.

A terceira ação foi produzir conteúdo para redes sociais para o cliente passar pela pandemia, lives bem no começo da pandemia com consultores financeiros, consultores organizacionais, especialistas em gestão de pessoas e de marketing.

De acordo com Arnaldo Peres da Neoband Soluções Gráficas, o mercado tem várias oportunidades, uma delas é se afastar das commodities investindo em serigrafia artesanal, por exemplo, e oferecendo produtos de decoração- mercado “gigantesco” – além de usar sistemas de CRM, pouco utilizados pelas indústrias gráficas, afinal o maior patrimônio de uma empresa é sua carteira de clientes.

“A equipe comercial tem que usar as ferramentas na sua essência. O gerenciamento desses softwares tem que ser eficiente, investimento contínuo em redes sociais e prospecção ativa são fundamentais na longevidade das vendas”, afirma Peres.

Já o diretor de atendimento da Fusão Impressão Digital, Luiz Nani, transformou a carteira de clientes em uma carteira de investimentos, diluindo o risco dessa carteira, tirando muita exposição em um ou dois clientes, reduzindo, assim, o risco de perdê-los.

“Não se trata de pulverizar a carteira, mas de encontrar outros meios e clientes para nivelar o padrão de carteira, aumentando o faturamento global. Queremos aumentar as vendas que já existem, é mais fácil vender whisky para quem está dentro do bar do que para quem está fora”, afirma Nani.

Superando desafios

De acordo com Evandro Vailate Gobetti, proprietário da Dcorando, e de Marksuel Carlos, empresário da Open Comunicações, qualidade já não é mais um diferencial no mercado. Para Carlos, no entanto, com o passar do tempo, qualidade se torna rotineiro, todo mundo usa. “O maior diferencial é justamente ser diferente das demais, e isso deve acontecer no atendimento e estar ligado ao perfil de empreendedor. Comunicação visual se vende com simplicidade”.

Opinião semelhante a de Vivian Perez, business consultant da Informa; “relacionamento é importante, simplicidade e criatividade também. Mas criatividade não é ter ideias mirabolantes e ‘sair mudando o mercado’, fazer o simples é ser criativo”.

A FuturePrint Xperience acontece de 03 a 05 de novembro, é 100% digital e gratuito. Participe!