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Articles from 2020 In November


Quais os desafios mais comuns na sublimação?

Como conseguir estampas em alto relevo!

Como formar o seu preço de venda

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Estamparia têxtil – a bola continua com a Serigrafia e a Digital Jato de tinta

Estamparia têxtil – a bola continua com a Serigrafia e a Digital Jato de tinta.jpg

Com a base estabelecida na década de 1950, a impressão Jato de Tinta (ou inkjet) cresceu junto com a computação gráfica alavancada pela Adobe e sua linguagem postscrip e os softwares Photoshop e Illustrator. No paralelo o programa CorelDraw abriu as portas da estamparia com imagens reticuladas e de alta definição para muitas empresas de menor porte.  Correram pelo menos 40 anos até que a estamparia inaugurasse a fase da impressão direta da tela do computador para o tecido. No meio surgiram as opções de impressão de fotolitos inkjet como alternativa aos fotolitos fotográficos. Hoje o fotolito está praticamente extinto neste meio e as gravações de telas serigráficas podem ser feitas com inkjet direto na tela, laser ou laser BluRay. ArtZone trouxe a tecnologia Bluray de gravação de quadros e cilindros para o Brasil.

Inauguramos a nossa empresa de consultoria ArtZone Arte & Tecnologia em 1988 com um contrato realizado com uma grande empresa de Santa Catarina. O objetivo era instalar o processo de impressão de CMYK e Indexado serigráfico, e no final, alinhar o desenho criativo e técnico com a estamparia. Vim da Fundação Escola Guignard de Belo Horizonte (MG), onde eu era professor de serigrafia e diretor executivo, e de uma estamparia que tínhamos também em BH. Dominávamos o processo.

Constava no pacote a modernização da gravação de quadros via fotolito, atualização do laboratório de tintas, e posteriormente, instalar uma impressora rotativa Zimmer para substituir uma impressora de quadros de 220 cm de largura. Concluímos o projeto com sucesso e o contrato foi mais uma vez estendido para definir e colocar em marcha uma impressora CMYK digital de prova direta no tecido. As estampas eram impostas em peças cortadas que eram montadas para aprovação do Estilo e do Comercial. A estampa em quadricromia era finalizada na Serigrafia reticulada com resultados muito melhores que a digital. As máquinas carrossel Schenk e MHM desta empresa possibilitaram o grande passo na produtividade da serigrafia que mudava sua estrutura do manual para o automatizado.  Consta que a primeira máquina serigráfica carrossel manual foi inventada em 1960 pelo empresário e engenheiro norte americano Micheal Vasilantone. Após anos e anos de evolução chegamos hoje nas impressoras ovais híbridas serigrafia /digital.

Graças a esses contratos de Santa Catarina, ArtZone introduziu a serigrafia assistida pela segunda versão do Photoshop e pela linguagem postscript da Adobe Systems Incorporation transcrita para fotolitos reticulados. Chutamos alto na época com linhatura de 80 Lpi e acertamos o gol muitas vezes. (Hoje a serigrafia utiliza basicamente retículas mais grossas, de 50 a 60 Lpi). Por um tempo, ArtZone cedeu a tecnologia para esta empresa pioneira da impressão de meios tons e foi um sucesso que fez história.

Em uma outra empresa de Santa Catarina, já avançados nos anos de 1990 para 2000, vivemos a segunda experiência direta da ArtZone com a impressão digital. Assistida por nós, a empresa adquiriu duas impressoras rolo a rolo com tapete curto para impressão digital direto no tecido.  Graças a cabeça de impressão Epson piezo elétrica, vovó de todas as cabeças micro piezo elétricas de hoje e às primeiras tintas de corante Reativo, o resultado mostrou ser o caminho para a estamparia digital têxtil atual. No têxtil as bubblejet pararam naquele tempo. A velocidade de impressão com corante Reativo era 1 metro por hora e hoje estamos na casa de centenas de metros e até mais de mil / hora. Este projeto tinha dois objetivos: 1- Conhecer a tecnologia inkjet nascente e gerar provas digitais direto no tecido para posterior impressão em serigrafia rotativa.

Estas são duas das poucas histórias da estamparia pioneira digital têxtil no Brasil e até hoje a Serigrafia e a Impressão Jato de tinta continuam no cenário de grandes e pequenas empresas cooperando uma com a outra. Todos os desenvolvedores e fabricantes de tudo que todos nós conhecemos hoje de impressão digital têxtil, partiu deste caminho humilde, também trilhado pela ArtZone.

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Aposentadoria, valorização, depreciação e encargos sociais. O que uma coisa tem a ver com a outra?

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Completei 65 anos no último 24 de outubro e com essa idade já posso pedir minha aposentadoria ao INSS. Não, não significa que vou me aposentar mesmo, ou parar de trabalhar ou de compartilhar meus conhecimentos, afinal quero deixar tudo o que sei para quem quiser aprender, ou mesmo, se aperfeiçoar mais um pouco.

Comecei a trabalhar aos 7 anos, aos 14 anos tive o primeiro registro em carteira, e trabalhei até os 35 anos como colaborador em diversas empresas, inclusive 3 multinacionais e consegui, graças a Deus, chegar na posição de Diretor Geral em 4 empresas.

São, pelo menos, 50 anos dedicados à área administrativa e financeira, gestão de empresas e acabei me especializando em diversos setores, principalmente contábil e custos, mas hoje conheço bem toda a empresa, principalmente INDÚSTRIAS, seja qual for a forma de tributação e de qualquer ramo de atividade, sem deixar nenhum setor fora. Talvez por isso é que, desde 1990, tenho tido sucesso em minhas consultorias, em todo o Brasil e no Exterior, já foram 750 empresas que atendi, sendo 33 do ramo de comunicação visual, me tornando o único consultor, no Brasil, especialista neste ramo de atividade.

Tenho imenso orgulho e satisfação de tudo o que conquistei nestes anos, principalmente os amigos que perduram até hoje, e o sucesso alcançado nestas empresas me dá a certeza de que estou no caminho certo.

Bom, o que quero dizer, na verdade, é que consegui construir algo nestes anos, e agora posso ter o prazer de aproveitar este momento, investi muito nesta aposentadoria e estou tranquilo para prosseguir trabalhando por mais alguns anos.

Mas isso só foi possível porque pensei e tomei a atitude de fazer com que isso acontecesse, ao contrário da maioria dos empresários que conheci até hoje.

Quando os conheci NENHUM pensava em fazer um plano de aposentadoria ou mesmo de pagar o INSS como empresário ou de incluir um pró-labore em sua guia de recolhimento do inss. Não obstante também não pensavam em pagar um VGBL ou PGBL ou fazer uma aplicação financeira (qualquer que fosse) para garantir a aposentadoria. A verdade é que ninguém pensa nisso, incrível né?

Eu sempre me preocupei com isso, não para ter uma grana boa no final da vida, mas, principalmente, foi para deixar bem a minha esposa e filhos se eu fosse primeiro, para outro plano. A preocupação sempre foi com eles, minha família.  Lógico que se eu puder aproveitar um pouco também é bom, viajar, conhecer lugares novos, viver com mais tranquilidade, isso é bom, graças a Deus.

E neste ponto eu pergunto: o que você está fazendo para a sua aposentadoria? Não pense que, como empresário, seu sucesso e sua empresa vão viver ou sobreviver para sua esposa, filhos e netos, tomara que isso aconteça, mas e se não acontecer? Que plano B ou C você tem?

Vou dar um exemplo simples: quando você compra um carro imediatamente já começa a depreciação do mesmo, ou seja, a perda de valor de mercado. Com o passar dos anos o valor não será o mesmo, concorda? Me diz mais uma coisa: essa depreciação, de acordo com a Lei é de 20% ao ano, e deve ser INCORPORADA ao valor do custo dos produtos ou mercadorias ou serviços que você vende. Você faz isso? Calcula o valor da depreciação de todos os seus ativos fixos (da empresa) e insere uma parcela dos mesmos no cálculo do seu preço de venda?

Provavelmente não. Sei disso porque em 98% das empresas que já fiz consultoria nenhuma inseria este valor, ou seja, não pensava que dali há alguns anos teria que substituir ou comprar um novo ativo e que este valor deveria JÁ ESTAR DEVIDAMENTE COMPUTADO no valor das vendas e CORRETAMENTE APLICADO em uma conta em banco, seja qual for, com um rendimento mensal para não perder para a inflação.

Sim, o valor da depreciação MENSAL, inserida no valor da venda, deverá, mensalmente, ser DEPOSITADO EM UMA CONTA ESPECIAL, para que quando for necessário você possa trocar o bem depreciado e substituir por um novo, sem mexer no seu bolso.

Alguns bens, ao contrário da depreciação, têm sua valorização garantida, tais como: ouro, obras de arte, imóveis, diamantes e pedras preciosas. São bens que podemos investir sem medo ou grandes riscos, pois o retorno é quase sempre garantido.

Aposentadoria também é, em termos, uma aplicação financeira garantida, pense nisso como uma condição para uma vida melhor, quando chegar a hora de descansar um pouco mais e viver melhor com a sua família, sem grandes preocupações financeiras.

Tal qual a depreciação a maioria dos empresários também não insere os ENCARGOS SOCIAIS (sobre a sua folha de pagamento) nos seus custos operacionais e, portanto, não fazem parte integrante do valor de venda de seus produtos, mercadorias ou serviços. Outro erro comum. Este valor (encargos sociais) também deve ser depositado mensalmente em conta especial.

O Empresário deve ser criterioso com relação a tudo isso.

Quem é que deve pagar pela depreciação, encargos sociais e sua aposentadoria (tirando este valor do seu lucro mensal): é o seu cliente, a pessoa ou empresa que compra o que você vende.

Até mesmo aqueles investimentos de valorização permanente devem ser pagos pelo seu cliente (neste caso o seu LUCRO é convertido nestes investimentos, quando possível).

O que uma coisa tem a ver com outra?

É o seu cliente que deve pagar por tudo isso, simples assim.

Todos estes valores (depreciação + encargos sociais / aposentadoria + investimento (tirados do seu lucro líquido) DEVEM FAZER PARTE INTEGRANTE DO SEU PREÇO DE VENDA, lógico que com o rateio de suas despesas operacionais + custo da matéria prima (ou mercadoria ou honorários) + custo de materiais auxiliares + consideração de eventuais perdas no processo de fabricação + impostos + comissões + BV (quando houver) + deslocamento + custo da mão de obra (de cada setor, com seu respectivo tempo de tarefas) + custo de instalações (quando houver: reembolso de quilometragem + hotel + refeições + pedágios + eventuais problemas que possam ocorrer) e uma boa previsão de perdas no caminho todo, até a entrega do produto (ou mercadoria ou serviço) final ao cliente, que responderá, em um formulário previamente preparado, a sua satisfação com todo o processo. Certo?

Fico à disposição para te explicar como fazer isso, que Deus te abençoe em tudo

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Saiba qual é o principal motivo pelo qual as empresas estão quebrando na Pandemia

Saiba qual é o principal motivo pelo qual as empresas estão quebrando na Pandemia.jpg

A maioria das empresas nacionais nasceram da força de vontade e determinação de um brasileiro sonhador que, mesmo sem conhecimento especializado e técnica obteve sucesso como empresário. É muito comum essa história e com certeza você é uma dessas pessoas ou conhece alguém que seja.

Por sua vez, essa realidade movida pela força de vontade e suor esconde uma fragilidade que pode ser destrutiva em momentos de grandes mudanças, como esse que estamos vivendo por conta da Pandemia.

Essa fragilidade se chama empirismo, que é quando aprendemos a partir das nossas próprias experiências de vida se abstendo da técnica. O que não é de todo ruim e o brasileiro sabe fazer isso muito bem, porém fica muito difícil sustentar uma fundação sólida em meio a mudanças sem o conhecimento especializado.

Por exemplo, existe uma grande diferença entre uma casa que foi construída por um pedreiro e outra que foi construída por um arquiteto, engenheiro e um pedreiro. Muitas vezes o pedreiro tem o conhecimento de causa a partir da sua experiência no dia a dia, o que permite ele ter bom desempenho em pequenos trabalhos e reformas, mas quando há uma exigência de conhecimento especializado as chances de o serviço ser insuficiente são grandes.

Da mesma forma vale para os empresários e suas empresas. Enquanto tudo está bem e a economia aquecida, fica mais fácil administrar uma empresa de forma empírica, no entanto quando acontece o que está acontecendo agora fica muito difícil sustentar o bom desempenho.

Esse impacto é evidenciado pelo aumento do retrabalho, do desperdício e erros na produção. Tudo isso abaixa a qualidade do atendimento, do produto e da entrega, consequentemente afeta o faturamento gerando até mesmo o temido prejuízo. Infelizmente a empresa que não consegue sair desse redemoinho de problemas fatalmente irá quebrar.

A maioria da população mundial está sofrendo os impactos da Pandemia e a melhor ferramenta para resolver esses efeitos colaterais é o conhecimento especializado.

Mas não é qualquer conhecimento especializado, é preciso ser útil para você e resolver os problemas que você está enfrentando. Portanto, se pergunte “quais são os principais problemas na minha vida ou na minha empresa, atualmente? Como eu faço para resolve-los?” Seja humilde e honesto em suas respostas, pois você e sua empresa dependem disso.

De acordo com as respostas, haverá dois caminhos a seguir; ou você aprende como resolver ou você contrata alguém para resolver. A escolha do caminho vai depender da sua urgência, o capital necessário para contratar terceiros e as pessoas certas para cada problema.

Aproveite para conversar um pouco com seus amigos, colegas e parceiros de mercado. Pergunte para eles quais são os problemas que eles estão enfrentando e como estão fazendo para superá-los. Possivelmente, as respostas serão úteis para você também.

Depois de feito todo esse “dever de casa” descobrindo quais são as suas objeções, problemas e dores fica tudo mais fácil, não concorda? Pois daqui para frente você terá clareza para o buscar conhecimento especializado ou alguém que possua o know-how para contribuir com você e seu negócio.

Portanto nunca se esqueça, um empresário de sucesso sempre combina seu conhecimento empírico com o conhecimento especializado. Para isso é preciso ser humilde e reconhecer que os estudos não terminam quando a escola acaba, pelo contrário ele deve seguir firme e forte em sua vida!

 

 

 

 

 

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Personalização bem-sucedida! - resumo FuturePrint Xperience 05/11

Siga esses passos para uma personalização bem-sucedida!.jpg

Produtos personalizados estão ganhando cada vez mais espaços; sejam camisetas, mousepads, chinelos, canecas etc. Mas quais os primeiros passos? Moacir Ferreira, gestor e idealizador da Silk TV Academy indica o caminho: defina o que você vai produzir, afinal “personalização é um universo” devido a quantidade de itens que serão comercializados. “Descobrindo qual seu nicho, as possibilidades se abrem”, comenta.

Definido o produto fica mais fácil entender qual técnica - analógica ou digital – será utilizada. As técnicas analógicas abrangem serigrafia, tampografia e transfers, por exemplo, já no caso digital temos sublimação, dtg e digital solvente. Todas, calor, com vantagens e desvantagens.

Ferreira explica que a serigrafia tem um baixo investimento inicial podendo ser usado em pequenas, médias e grandes produções, tem um menor custo em escala e possibilita efeitos diferenciados (relevo, textura, estampa com diferentes alturas, efeito com glitter etc). “Mas tem como desvantagem a necessidade de ajustes, pré-impressão e necessidade de espaço para produzir em escala”, ensina.

A sublimação tem como vantagens a impressão em grande quantidade de materiais resinados de cores vivas e vibrantes, podendo ser realizada em pequenos espaços; um menor custo de mão de obra e mecanização, baixo investimento inicial, “Com tinta certa e impressora certa, pode ser numa impressora A4, mas tem como desvantagem a limitação de substratos, pois é necessário resina de poliéster, custo fixo por peça por  metro quadrado”.

Ferreira explica que o dtg também tem suas vantagens - impressão sob demanda, boa resistência, baixo tempo de ajuste – e desvantagens - limite de substratos para os pequenos formatos, custo fixo por peça por metro quadrado, médio investimento inicial e ausência de efeitos diferenciados (glitter, foil, relevos, texturas, etc).

5 passos para comprar equipamentos

Uma vez definido o caminho a ser seguido, Claudio Silva, sócio proprietário da Camisetas Rápidas, o primeiro passo para comprar equipamentos é planejar, identificar qual sua capacidade de produção, em seguida é necessário estudar sua concorrência; “você não precisa ter os mesmo equipamentos, mas saber o que ele possui, isso vai te ajudar e adquirir um produto de qualidade”, indica.

Ainda de acordo com Silva, o terceiro passo é optar por empresas que ofereçam suporte e treinamento para você produzir melhor, quer tenha insumos para te oferecer, que tenha assistência técnica. “A pós venda é importante, pois como dizem quem tem um não tem nenhum, se sua máquina quebrar em quanto tempo você volta a produzir?”.

O quarto passo envolve conhecer de maneira mais próxima o seu concorrente – que pode se tornar seu parceiro comercial em alguma situação -, que já deve ter o equipamento que você precisa.

Já o quinto e último passo envolve a lucratividade: como pagar pelo equipamento? Lógico que precisamos pagar pelo equipamento, mas o capital para pagá-lo deve vir da sua prestação de serviços, é esse dinheiro, de acordo com Silva que deve pagar pela sua máquina.

Novos clientes

Para o professor do Portal Sublimático, Nilson Tscherne, “como” é extremamente importante para conquistar clientes. “A venda é um tema ligado à imagem. Como você apresenta seu produto? No dia a dia somos impactados por muitas informações, qual linguagem usamos?”, questiona.

Tscherne afirma que devemos nos perceber como consumidores e empreendedores ao mesmo tempo e pensarmos se, sinceramente, compraríamos nosso produto. “Não basta expor o produto, mas o que há em volta dele, especialmente na internet”.

Sobre a conquista de clientes na internet, PH Oliveira, professor e coordenador da escola PhD de Impressão, afirma que uma ferramenta essencial é o marketing digital. E se você já tem uma cartela de clientes você pode usar o Facebook, mas não sua conta pessoal, mas uma conta “negócios”.

Primeiro é necessário criar uma conta para sua empresa, na página da rede social procure por “Business Manager Facebook”;

Busque por “público”, mas atenção, pois com o passar do tempo esse nome pode ser alterado para “cliente” ou “audiência”;

Em seguida vá em “Segmentação”, pois iremos vender para quem quer nosso produto;

Depois vá para “Público Personalizado” e nessa aba há vários botões, é onde iremos “subir” nossa lista de clientes e é onde “a mágica acontece” afirma Oliveira;

Automaticamente o Facebook vai localizar seus clientes e vai gerar anúncios para eles;

Você pode criar “Público Semelhante”, pois o Facebook vai dar a opção em localizarmos 1% ou 10% de pessoas semelhantes ao teu público;

Ali você encontrará mais pessoas semelhantes aos teus clientes, ali ainda é possível segmentar os anúncios para sua cidade.