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Tampografia para vidro, cerâmica e superfícies metálicas

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No mercado de impressão, é vital avaliar formas de diversificar portfólio de produtos e serviços por meio de diferentes técnicas e métodos de impressão. Em muitos casos, novos processos surgem e evoluem a partir de aplicações mais simples e de menor escala. É o caso da tampografia. Esse processo de impressão em baixo-relevo, antes, servia basicamente como efeito decorativo. Hoje, pode ser uma grande força no portfólio de seu negócio.

"O diferencial da tampografia está justamente em sua aplicação de impressão para superfícies regulares e irregulares, feitas a partir de diferentes materiais, o que garante grande versatilidade de aplicações", afirma Bruno Carneiro, da TampoMax.

Há no mercado equipamentos que podem possibilitar a personalização de uma impressão em objetos em diferentes dimensões e superfícies. Com isso, diversos segmentos que demandam essa solução gráfica podem ter na tampografia uma resposta para a personalização de suas embalagens, copos, garrafas e diversos outros itens.

O processo de tampografia

Como vimos, o processo de tampografia consistia basicamente em uma impressão em baixo-relevo. Sua evolução e diversificação em aplicação passa a crescer à medida em que os clichês que recebem a tinta passam a ganhar maior complexidade e qualidade, enquanto novas técnicas se aprimoram. E isso é importante para que a tampografia saia do escopo da arte decorativa e ganhe maior viabilidade e aplicação comercial.

Como a denominação sugere, a tampografia consiste em transferir um clichê coberto de tinta para um tampão de impressão. Esse tampão é feito com uma mistura de borracha e silicone, o que faz com que ele possa ser aplicado em superfícies distintas, como vidro, cerâmica e metais. Sua flexibilidade também permite impressão em formatos variados, sejam eles planos, cilíndricos, regulares ou irregulares.

Carneiro explica que "a tampografia é um método de impressão que permite a transferência de uma imagem bidimensional para um objeto tridimensional. Ela pode ser considerada uma 'irmã' da serigrafia, pois é capaz de imprimir onde a tela serigráfica apresenta limites, oferecendo também um nível de impressão de altíssima qualidade".

Ainda, ela apresenta como diferenciais a possibilidade de se ter uma impressão de qualidade nos mais variados materiais e formatos. Além disso, permite que se trabalhe com artes de traços finos e grossos, em quadricromia. Quanto a ganhos produtivos, essa é uma técnica que permite operação com impressão contínua, sem demandar paradas frequentes para ajustes, o que oferece otimização do tempo e da velocidade de impressão e escalabilidade.

Para o mercado, oferecer o serviço de tampografia pode significar estender a impressão para diferentes objetos usados por diversos segmentos, como garrafas, frascos para produtos variados, copos, pratos, canecas, chaveiros, canetas, placas personalizadas, squeeze e muito mais.

Dicas para uso da tampografia para diferentes superfícies

Por se tratar de um método de impressão indireto, a tampografia exige que se tenha o máximo de cuidado com o processo de transferência na superfície desejada. Tecnologias como tampões antiestática ou tintas com componentes de rápida secagem são investimentos válidos caso se deseje iniciar uma grande produção com essa técnica.

Além disso, como explica Carneiro, "diferentes objetos pedem por tintas e moldes de melhor absorção pelo material. Além disso, é preciso optar por clichês e tinteiros que minimizem o volume de erros na impressão e tenham uma boa vida útil. Outra dica importante é ter um controle da temperatura do ambiente. O ideal é que a máquina e os materiais fiquem em ambientes estáveis, com temperatura entre 18 e 22º. Também deve-se atentar para fatores que afetam a evaporação de solventes - por exemplo, além da temperatura, a umidade. Alterar essas condições tende a afetar a eficácia da transferência de tinta. Por isso, não é recomendado operar esse tipo de maquinário e manusear insumos próximo de portas e janelas, é fundamental garantir a estabilidade do ambiente para um resultado bem-sucedido".

Para a impressão em vidro, cerâmica e superfícies metálicas, o especialista lembra de que "cada tipo de material requer uma tinta ideal, que vai trazer mais aderência conforme a superfície. Os testes de aderência são importantes para garantir o melhor resultado no trabalho".

Ainda, outro cuidado diz respeito à preocupação crescente quanto ao impacto ambiental causado pela impressão tampográfica. Por isso, é possível encontrar no mercado tintas com porcentagens reduzidas de solvente, bem como clichês de aço biodegradáveis, que não utilizam produtos químicos.

 

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Matéria-prima ou produto acabado: o que manter em estoque?

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Quando se começa a estruturar um controle de estoque mais estratégico, diversas dúvidas tornam-se comuns. Especialmente quando cruzamos essas decisões com outras áreas do negócio. Sob o olhar do financeiro, por exemplo, estoque parado é dinheiro parado. Mas, sob o prisma das vendas, não ter matéria-prima disponível ou produto acabado à pronta-entrega pode representar perda de clientes.

E isso também leva o empreendedor ao questionamento: será que é uma boa ideia realmente manter em estoque produto acabado? Ou é melhor apenas manter níveis de estoque de matérias-primas de alto giro?

Para o professor do curso de Logística da Universidade Metodista de São Paulo, Ari Ricardo de Almeida, "a pergunta não é ter estoque de matéria-prima ou produto acabado, mas sim: estamos comprando a matéria-prima para fabricar o produto que atende a demanda do mercado? Antes de pensar em ter estoque, é preciso pensar em comprar o estoque que atende a demanda do consumidor. A empresa conhece de fato a demanda e o perfil do produto? A demanda atual justifica manter o produto no estoque? É melhor produzir apenas sob encomenda determinados produtos? Esse planejamento de demanda é que precisa ser avaliado. Se a organização sabe o que vai vender no seu horizonte de planejamento pode planejar a compra da matéria-prima".

Desse modo, como indica o professor, é preciso deixar de lado o feeling ou "achismo" para esse tipo de decisão. Ela precisa ser baseada em dados confiáveis. Tecnologias de gestão de estoque e de negócios podem ajudar bastante no dimensionamento da previsão de demanda.

Estoque de matéria-prima

Para empresas de serigrafia, sublimação, comunicação visual, impressões digital e têxtil, algum nível de estoque de matéria-prima sempre deverá ser mantido. Isso inclui tintas, tecidos, papéis e outros insumos essenciais para a atividade-fim do negócio.

No entanto, é preciso conhecer fatores como giro de cada item, sazonalidades, vida útil e outros, alinhando-os com históricos e projeções de vendas para conseguir definir quais matérias-primas e em que quantidade manter em seu estoque, de modo a evitar compras excessivas ou que falte algo central para a sua produção.

Estoque de produto acabado

Algumas empresas trabalham também com o modelo de pronta-entrega de produto. Isso pode dar agilidade para as vendas, especialmente as de última hora - o que pode possibilitar um valor de mercado mais elevado levando-se em conta o fator disponibilidade imediata.

Entretanto, é preciso considerar alguns riscos associados a esse modelo. Para empresas de brindes e materiais promocionais, a não ser que se tenha identificado uma tendência ou previsão muito confiável, manter produto acabado em estoque pode significar itens "encalhados" e prejuízos.

Também é importante considerar que manter mais esse tipo de item no estoque irá requerer o uso de mais espaço de armazenamento, movimentações extras e mais tarefas de controle de estoque.

Ainda, alguns materiais podem se tornar obsoletos. Pense, por exemplo, que você fez a sublimação de canecas e camisetas com tema de um evento esportivo sazonal ou um meme da internet em alta no momento. Se não conseguir vender rapidamente esse produto acabado, ele poderá perder a relevância e o interesse do público, o que representa prejuízos para a sua empresa.

Matéria-prima ou produto acabado: como definir o que manter em estoque

Lembre-se de que itens parados em estoque - sejam matérias-primas ou produtos acabados - poderão enfrentar a depreciação, ocuparão espaço e tempo de sua equipe para gerenciá-los. Portanto, é fundamental um planejamento assertivo para evitar esses e outros problemas, como retoma o professor da Universidade Metodista de São Paulo.

"O que muitas empresas acabam errando é em não pensar no perfil da demanda do produto e como isso afeta o planejamento de compras e produção. Devemos lembrar sempre que a manutenção de estoque impacta o capital de giro da empresa e erros de planejamento de demanda serão percebidos apenas quando a empresa tem alto volume de estoque e alterações e flutuações na demanda impactam no fluxo de saída do estoque. Acredito que estamos vivendo um momento que exige cautela. Um bom planejamento de demanda exige um trabalho constante de diversas áreas da empresa", explica o especialista.

Assim, é preciso, a partir de uma gestão inteligente e estratégica de seu estoque, encontrar um equilíbrio para que sua empresa mitigue gargalos e riscos e aproveite oportunidades tendo velocidade de resposta à demanda do cliente. Naturalmente, esse é um processo que envolve as diferentes áreas de negócio e que demanda integração e melhoria contínua.

"Melhoria instantânea não existe, a dinâmica organizacional funciona em um processo de melhoria contínua. Nenhuma empresa sai 'de zero a cem' em três segundos. Mudanças diárias levarão a grandes mudanças de comportamento e gestão. Antes de investir em estoque, primeiro verifique seus desperdícios. Parcele sua programação de compras e negocie com seus fornecedores. Questione sempre por que determinado investimento está sendo realizado. Estoque é capital de giro que precisa trazer retorno", afirma o professor.

 

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Como a pandemia impulsionou abertura de novos negócios

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Além de um aumento da comercialização de materiais autoadesivos para sinalização de filas em mercados e drogarias, indicando a distância adequada entre os consumidores, houve um crescimento na utilização de rótulos para sanitizantes, produtos de limpeza e álcool em gel, durante a pandemia, segundo o gerente regional de Produtos da Avery Dennison, Renato Rafael. Com um comportamento mais caseiro nos últimos meses, o consumidor focou em praticidade e segurança. “Os materiais autoadesivos são utilizados para identificação de mercadorias compradas através do e-commerce e como lacres nas embalagens de refeições delivery, garantindo que não tenham sido violadas em algum ponto do transporte até a casa do consumidor.”

Novos produtos surgiram durante os últimos meses e muitos deles nasceram através de novos negócios. E, por meio dos rótulos, os micro e pequenos empresários podem identificar seus produtos, destacar sua marca e criar uma conexão com o consumidor. Nesse contexto, a impressão digital ganha espaço. “Os novos empreendedores começam com pequenas tiragens de rótulos e a impressão digital é uma boa opção, pois permite maior flexibilidade de volume e velocidade para introduzir novos produtos.” Durante esse processo, Renato acredita que as gráficas podem ajudar as micro e pequenas empresas, através de um modelo de venda consultiva, oferecendo todo o suporte para atender as necessidades desse novo empreendedor.

Sustentabilidade

Segundo pesquisa recente da Nielsen, 42% dos consumidores brasileiros estão mudando seus hábitos de consumo para reduzir seu impacto no meio ambiente. De acordo com o gerente regional da Avery Dennison, “a pandemia deve intensificar algumas reflexões como, por exemplo, de que forma reduzir a utilização de caixas, papéis e plásticos nas mercadorias de e-commerce, e como otimizar o espaço dentro dessas embalagens. Em compras online, muitas vezes, recebemos caixas grandes acondicionando um único item”. Além disso, pesquisas europeias mostram que aproximadamente 90% dos consumidores preferem comprar de empresas que apoiam questões sociais e ambientais em detrimento das que não apoiam. 

Cada vez mais, as empresas irão focar seus desenvolvimentos em produtos mais sustentáveis, que utilizem menos materiais, permitam a reciclagem e o reuso. “A economia linear, que tem como ponto final da jornada de consumo o descarte do produto e embalagem, está dando lugar à economia circular, pautada pela reutilização dos materiais”, destaca Rafael.

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Siga esses passos para sublimação em tecidos escuros

Siga esses passos para montar uma empresa de serigrafia

Dobre o seu faturamento especializando a sua equipe de vendas

Dobre o seu faturamento especializando a sua equipe de vendas.jpg

Como não existe escola para empresário, muitos de nós, vamos simplesmente fazendo o nosso melhor e como damos conta para erguer a nossa empresa. Porém, é nesse momento de estruturação e crescimento que muitas vezes uma empresa quebra no processo ou pior, incha até não poder mais e então explode acabando com tudo.

Isso acontece porque nem sempre o nosso melhor e o que damos conta é o suficiente para fazer aquilo que nos propomos. Às vezes o resultado está aquém da nossa capacidade e nesses momentos, para ter sucesso, devemos buscar orientação com pessoas que possuem o que estamos precisando.

Em teoria isso é muito bonito e fácil, mas por conta da pressão que recebemos de todos os lados da vida e das responsabilidades que assumimos à medida que nos tornamos adultos, muitas vezes, não paramos para:

- Refletir sobre a nossa realidade.

- Projetar a nossa vida.

- Buscar ajuda para sermos melhores.

Esse costuma ser o caminho seguido por muitos empreendedores, isso vale para mim e provavelmente para você também que está lendo esse artigo. Normalmente, a reflexão só acontece depois do primeiro grande tombo ou em alguns casos, depois de alguns tombos como é o meu caso.

Felizmente há muitos anos, comecei a refletir, projetar e buscar ajuda. Com o tempo passei a manter a constância do êxito e da evolução em minha vida. Ao longo desse processo, aprendi que para ter sucesso em algo ou alguma coisa é necessário antes se especializar naquilo que se propõem.

Aplicando essa sabedoria no mundo dos negócios, em especial no pilar comercial, aprendi que a especialização é pré-requisito de uma empresa sólida.

Normalmente a função de vendas é feita por uma pessoa só, assumindo a responsabilidade de gerar a prospecção, pré-venda, venda, pós-venda, sucesso do cliente e suporte ao cliente. No início, quando o empreendimento é pequeno isso pode até funcionar..., mas à medida que o negócio cresce, isso se torna um dos problemas principais.

Estudando muito, eu aprendi que uma equipe de vendas especializada deve ter pelo menos 2 funcionários e preferencialmente 4 funcionários. Dessa forma é possível monitorar resultados e dividir as funções, gerando a especialização e o aumento do resultado.

Como sugestão, segue a formatação de especialização comumente usada nas empresas bem-sucedidas:

2 funcionários –

1º: prospecção, pré-venda, sucesso do cliente. Se tornando responsável pelo mapeamento e acompanhamento do mercado.

2º venda, pós-venda, suporte ao cliente. Se tornando responsável pela transação e satisfação do cliente.

4 funcionários –

1º: prospecção. Se tornando responsável pelo mapeamento.

2º: pré-venda, venda. Se tornando responsável pela venda.

3º pós-venda, suporte do cliente. Se tornando responsável pela satisfação do cliente.

4º sucesso do cliente. Se tornando responsável pelo acompanhamento do mercado.

Destas duas formas, a sua empresa terá a capacidade de atender de forma especializada e prestando um serviço de maior qualidade.

Se você ainda não especializou a sua equipe de vendas, eu te desafio a tentar essa técnica e melhorar seus resultados. Vá em frente, reflita, projete e busque ajuda para evoluir a sua empresa.

Havendo dúvidas, fique à vontade para entrar em contato. Estarei à disposição para contribuir com o seu projeto.

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