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Comunicação visual para restaurantes e bares: o que não pode faltar em um projeto

A elaboração de um bom projeto de comunicação visual se tornou um elemento fundamental para atrair e fidelizar consumidores. Ainda mais quando falamos de um mercado tão específico como o de alimentação fora do lar (que inclui bares, restaurantes, cafeterias, lanchonetes etc), em que as opções exigem uma mensagem precisa para conquistar o cliente.

Diretora-executiva da Libbra Consultoria, uma empresa especializada em marketing e gestão para o food service, Cristina Souza resume o que um projeto de comunicação visual para o setor precisa equilibrar: mensagem da marca, proporções e materiais escolhidos.

Para a especialista, é preciso tomar alguns cuidados especiais, sobretudo com as proporções – como utilizar informação exagerada, carregar nas cores em ambientes pequenos e criar peças de tamanhos desproporcionais. O mesmo vale para o inverso: peças pequenas demais, tamanho de fontes que dificultem a leitura e falta de cor também atrapalham o projeto.

A partir daí, após esses cuidados serem estabelecidos, pode-se pensar na essência da marca. “Para a criação de um projeto é necessário definir objetivos com base no propósito da marca, no que ela se propõe a oferecer aos seus consumidores”, explica. “Alto astral, leveza, aconchego, sofisticação, por exemplo, são alguns atributos que podem ser reforçados com a comunicação visual.”

Outro detalhe fundamental é a integração da comunicação visual com a arquitetura. “Nem tudo é arquitetura e mobiliário e nem tudo é comunicação. As coisas devem ser integradas e a comunicação deve ajudar o consumidor a tornar sua experiência mais fluída e instintivamente gostosa”, aponta a especialista.

E, por fim, o projeto deve estar completamente atento à escolha de materiais, o que também dependerá das características da marca. Ainda assim, Cristina Souza dá 4 dicas importantes para um projeto para ambientes de alimentação for do lar.

1 - Tecido: não funciona bem em ambientes externos;

2 - Peças iluminadas: exigem infraestrutura elétrica instalada adequadamente;

3 - Impressoras 3D: ajudam na concretização de elementos-chave;

4 - Novos materiais: surgem diariamente e as possibilidades para imprimir em materiais inusitados são ilimitadas. Vale ficar atento!

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