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Como trabalhar com vinis para envelopamento automotivo?

Os vinis para envelopamento automotivo são uma excelente alternativa para personalizar carros, sejam eles comerciais ou de uso pessoal. Esse é um mercado que vem ganhando cada vez mais destaque diante da demanda crescente do público pela diferenciação dos veículos.

O trabalho abre portas para novas oportunidades de negócio, além de ser um campo fértil para a criatividade dos profissionais. Contudo, estar atento aos tipos de vinis disponíveis no mercado para essa finalidade e às técnicas mais indicadas de aplicação é fundamental para um envelopamento de qualidade.

Tipos de envelopamento automotivo

Antes de iniciar os trabalhos, é importante entender os processos que permitem com que o vinil seja aplicado ao veículo. De forma geral, existem três técnicas mais utilizadas no mercado. São elas:

PVC vinil

Um dos mais utilizados atualmente, o PVC vinil é um material mais barato e que passa por um processo que garante alta proteção ao veículo. Ou seja, esse envelopamento automotivo, além de decorar, protege a tinta do carro ou moto contra pequenos arranhões, leves batidas e, até do desgaste natural causado pelo sol.

A película em PVC traz diversas cores e acabamentos, o que permite criar layouts exclusivos e deixar o veículo totalmente personalizado.

Poliuretano

Essa técnica proporciona alta resistência do vinil aplicado no veículo. No entanto, ele é voltado apenas para a proteção da pintura, não sendo possível alterar a cor ou personalizar o automóvel.

Envelopamento líquido

Este é o processo de envelopamento automotivo mais recente do mercado. Nele, a plotagem líquida é realizada com tinta, reduzindo os riscos do surgimento de bolhas.

O envelopamento líquido ainda tem benefícios extras, como a proteção do veículo contra raios solares e possibilidade de uso de buchas no momento da lavagem do veículo.

Vinis mais usados no envelopamento automotivo

De acordo com Gabriel Pereira, proprietário da Arrisca Comunicação Visual, o vinil de fabricação calandrado polimérico é o mais usado atualmente. “Hoje, as fábricas nacionais alcançam ao máximo essa tecnologia. Ela é excelente para moldar peças curvas do veículo e não tem o risco de voltar à origem.”

Ainda existe o vinil importado CAST. Ele também é reposicionável como o polimérico calandrado, mas a sua cola é à base de solvente.  Apesar disso, “tem melhor fixação e moldagem”, diz Pereira.

Já o vinil cromado (espelhado) e o vinil com textura são as grandes novidades nesse mercado.

Técnicas para aplicar o vinil em veículos

O envelopamento tradicional, ou seja, aquele realizado com adesivo, requer uma espátula para que o profissional possa colar película por película, até cobrir toda a área desejada.

Por ser um processo extremamente manual, no entanto, ele abre margem para a formação de bolhas, que acontece quando a película é aplicada de forma errada.

Já o envelopamento líquido, ocorre pela aplicação de uma tinta específica, de maneira uniforme, em toda a área do veículo. Assim que seca, a tinta se transforma em uma película única.

Como fazer um trabalho certeiro

Lavar muito bem o veículo antes de dar início ao processo de envelopamento é fundamental para um resultado bonito. Também é importante checar a adesão da pintura em toda a extensão do veículo. Se ela não estiver adequada e sem oxidação, o envelopamento ficará comprometido.

“Entenda os limites do material e leia as indicações do fabricante para saber executar o serviço com excelência e dar o tempo de garantia exato”, recomenda Pereira.

Assim como em outros mercados, investir em conhecimento técnico para aplicar os melhores processos e utilizar os vinis mais adequados faz toda a diferença para garantir a satisfação dos clientes.

Quer saber mais sobre envelopamento automotivo? Continue acompanhando o nosso canal de conteúdo e compartilhe sua experiência conosco no campo de comentários abaixo.

 

 

 

 

 

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